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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Dama de Copas

                                                      


A Majestade dos Tronos da Água. A Rainha entre as figuras da 
corte preside a matéria aquosa. Por ser deCopas, Cálices, 
Taças, é duplamente água. Elemento no elemento.
 Líquido e recipiente. Água da Água. Não há nada de
masculino nessa figura - estrogênio
 puro, arquétipo visceral do feminino. 
Nenhuma mulher de carne e osso 
pode ser completamente de Copas, a não ser quando, 
eventualmente, atinge o estado medial. 
Falamos de um arquétipo e do encontro dessa força
 primeva com mulheres de carne e osso.

Sim, a Rainha de Ouros também é duplamente 
feminina, Terra e Água, mas aí é outra história.
 O elemento Terra lhe torna "corpórea", tangível. A Mãe de Ouros
 relaciona-se com A Imperatriz, Terra.

A Rainha Copas, heroína e mote deste artigo, é uma emanação da Alta Sacerdotisa, 
arcano II.

Pura água, reflexo e transparência. 
Ei-la:

















A Dama das Águas é fluidez e dissolução, líquido amniótico, 
origem do mundo. Paralela ao horizonte espraia-se na superfície. 
Assim como o planeta, formado de 80% de água. Como o corpo humano. 
Mas a Rainha de Copas é 100% água. Especificamente nesse caso,
 20% fazem toda a diferença.

A Majestade das Águas mata a Terra por dissolução,
 o Fogo por extinção e o Ar por dilúvio.
 O poder da água é inquestionável e avassalador. 
Assim também sabemos como ela pode morrer.

A Água rege o sono profundo, as memórias, o inconsciente. 
É o repouso. Horizontalizamo-nos 
quando dormimos. Voltamos ao estado aquático, às praias nativas, 
areia nos olhos. 
Unimo-nos a nós mesmos. Quando as nossas águas internas 
se acalmam namoramos com o
 Sonho. É onde e quando o Tempo, deus radical e de 
pouca conversa, subvertido pelo
 mergulho noturno de uma gota humana nos deixa em 
relativa, momentânea paz.

Característica da Água: o amálgama, o mimetismo. 
Então, a nossa Rainha nunca pode
 mostrar-se exatamente como é. É o caso de Melusina, 
a mulher serpente. 
Ou de Mélisande, alter ego do Cavaleiro Verde no ciclo arturiano.
 Pura Anima. 
Emanação. Signo do engolimento, da expulsão, da corredeira simbólica.

Águas da foz, nascentes e doces (signo de Caranguejo), 
Águas paradas e pantanosas
 (signo de Escorpião), Águas do mar (signo de Peixes). 
Três estágios do comportamento, 
cardinal, fixo e mutável. E assim se mexe a Majestade, 
dependendo dos humores. 
E tendo regência lunar... 
A Lua muda. Existe água na Lua. A Rainha muda.
 A Menina (lua nova), A Sereia (lua crescente),
 A Mãe (lua cheia), A Bruxa (lua minguante). 
Em sua doçura mora o sal e todos os perigos 
do mar. A força das marés. O oceano profundo.

Menina, porque é Boba. Bobíssima. Na Rainha de Copas
 vive uma eterna princesinha. Ela dança. Menina, 
porque é pura. Tem um trato inicial com a inocência. 
É a mulher-menina, a mulher-Estrela, cantada em verso 
e prosa por André Breton e Benjamim Péret,
 a musa eterna do Amor Sublime. Psiquê. 


Espera um príncipe encantado. 
E ativa o romântico-apaixonado em cada homem. 
É com ela que ele quer se casar, a princesa de seus 
sonhos secretos. Mulher Anima. De novo, o espelho.
 Ela não existe. Ela é Ele. Ele é Ela:
 "Conta a lenda que dormia/ Uma princesa encantada/ 
A quem só despertaria/ Um infante, que viria/ 
De além do muro da estrada (...) 
Assim nos conta Fernando Pessoa, ele mesmo, no seu 
poema Eros e Psiquê. Até que o príncipe vê que ele
 mesmo era a princesa que dormia. 



Beatriz de Dante, Charlotte de Werther. Laura de Petrarca.

Mas também é a Sereia que encanta, a sedução encarnada no seu
 canto transparente. Pura Música. Remanso de sereias, os mais belos
 monstros marinhos. Então, também é A Morte, a escuridão e o silêncio profundo. 
Os ossos nos navios, tesouro de piratas marcados com uma caveira. 
Ao contrário da princesa, que completa, a sereia sempre deixa 
um espaço em branco, um espaço a ser preenchido, uma indefinição.
 Troca os sinais, confunde, desloca os sentidos. Fisga. 
Ela é quem transforma o outro em peixe. Incompleta traz a incompletude.

Como antes da Vida conhece a Morte e porque pode transmutá-la é A Mãe. 
Ás de Copas, fonte primeva.  
Dos seus seios jorra o primeiro alimento, leite sagrado.
 Sem ela a Terra é estéril, de nada serve. 

É a Raiz dos Poderes da Água, princípio universal do Amor. 
É o balanço das águas que nina desde o ventre. 
São os braços que acolhem e a maciez do colo. A mais pura tradução da Ternura. 



É a Raiz dos Poderes da Água, princípio universal do Amor.
 É o balanço das águas que nina desde o ventre. 
São os braços que acolhem e a maciez do colo. 
A mais pura tradução da Ternura. 



E é Bruxa porque mexe com o destino.
 Conhece os segredos do passado e do futuro através dos véus,
 raios de sol com poeira purpurínea. Não, sua arma não é fogo que bruxuleia
 nem o vento que arrebenta nem a faca que corta nem a terra que acolhe.
 É a água que reflete. Espelho d'água.

Em toda mulher de Copas há um espelho. 
Há alguém mais bela do que eu? A magia que devolve ao 
emissor os seus próprios desejos. Mas não! Não a confunda
 com a Madrasta Malvada. Estou falando do ponto de vista 
do espelho. A postura dela nunca é longilínea, verticalizada 
e intencionalmente marcada como a personagem de Espadas. 

Copas é o reflexo. Por isso espadas e em geral, os signos do ar, a detestam. 
Mulheres regidas pela aridez do pensamento incomodam-se sobremaneira 
com a beleza desavisada de Copas. 

Mas a nossa Rainha é capaz de iludir o sentido 
da visão. Pode ser uma velha de verruga no 
nariz, pode ser Lorelei na areia, de pequenos
 ou grandes seios. Não se engane. 
Embora seja impossível que ela não o engane
 porque o engano é da sua natureza.
 Não o engano articulado das ar, nem o engano 
vaidoso dos fogo, nem o engano previsível do
 ouro. Mas ao poder que o feminino estende ontologicamente, visceralmente,
 a todas as mulheres.


É dissoluta porque dispersa e dissipa tudo que 
encontra. Não pára em si. Embora
 (convenhamos) aceite contornos por onde quer
 se esgueire. No entanto, ninguém molda a água.
 Apenas a contém por um tempo. Enquanto há 
tijolos, diques, garrafas, ela é fiel. Mas se esses
 lhe apertam, ela os explode. Também não 
a gelem porque com sua força iceberguiana 
não se brinca. É quando ela escorre em
 avalanche e derruba o mundo com sua 
grande bola de gelo e neve. E se afrouxam e dela se esquecem 
a Rainha das Águas escapole 
por meandros, buracos invisíveis e desaparece levando sua graça
 para outra realidade, 
água solúvel em água. Ela está sempre em si. Por isso, 
quase não existe. Paradoxalmente,
 toma o todo terreno, absoluta. Reina sobre as modificações, 
plena de modificações.
 Adquire cores, mas permanece em essência a mesma.

A mulher que tem na sua base a vibração essencial da Rainha de Copas
 precisa, para que possa
 se mostrar ao mundo, do vestido de Outra: algumas vibram em Espadas, 
usando a inteligência 
cortante do ar; outras em Paus com a beleza e o brilho do fogo; 
outras em Ouros, protegendo e 
alimentando com os frutos da terra. A Majestade do Trono das Águas 
é a única que não
 pode mostrar-se em uma situação mundana exatamente como ela é. Enfim...

Emoções e sentimentos, eis sua praia. Ela sente e
 sente muito. Enquanto sente é vítima de si 
mesma. Quando deixa de sentir já era, 
sinto muito. Você também vai chorar enquanto
 ela sofre, lamenta-se, vira berro d'água, 
água da água da água e toma afluentes. 
Afoga-se na tristeza. 
Para defender sua integridade sabe 
(ou pode saber) como alternar o leito por onde 
corre. E nunca passa pelo mesmo lugar. 
Talvez depois de muitos anos, depois de séculos,
 depois de Eras. Ela nunca deixará de ser o 
que era. 

Nota-se também pela ausência. O supra-sumo da 
chantagem emocional. Líquida, liquida 
com tudo. É como se o mar de repente sumisse, desaparecesse.

Trágica, grandiosidade de Diva tem a
 nossa garota delicada. É Ophelia morta entre 
as flores e óperas. Lágrimas. Vítima de sua extrema delicadeza. 
Vitima de sua sinceridade
 desavisada. Lágrimas. Vítima da integridade ofertada aos 
transtornos masculinos. 
Lágrimas. Ela não compreende, só sente. Ama em estado 
puro, mas não no mundo 
ordinário porque, o Amor, aqui na Terra, requer inteligência adequada. 
E lhe falta o jogo de cintura mercuriano, o fogo que lhe transforme a 
tepidez em lava, a antropologia visceral das 
necessidades básicas, o instinto animal norteador. Guria inadequada.
É como é bela, beleza de aquarela emergindo das águas. 
Seu rosto é suave, seus olhos são transparentes seja lá a
 cor que adquiram, de maresia a maremoto. Depende do
 tempo. A moça muda. A moça é um arco-íris submarino, 
colorida pelas algas dos abismos absolutos. Sua beleza é 
excessiva. Como diz o imortal André Breton, a beleza será 
convulsiva ou não será. Esse é o caso.


Sendo a dona da poesia, Dea Musa, digamos que a mulher 
de Copas precise urgentemente e sempre de máscaras
 para se proteger. Máscaras que desgrudadas do seu rosto
 sejam-lhe professoras e tornem-se maneiras de 
entendimento futuro. Que nunca lhe nublem a essência 
e sim lhe mostrem as articulações precisas para que 
ela burle a sua extremada sensibilidade.  Para que possa
 se relacionar sem tanto e angustiado sofrimento. 
Para que não seque, para que não se envenene.


A dor e a depressão são tendências inatas dessa Rainha. 
Seu reino é a água tépida que para interagir precisa de terra,
 de fogo, de ar. Ela é Yin, totalmente yin. 
Para lidar com a dor precisa de apoio até que compreenda
 o que está ao alcance de suas mãos líquidas. E para que se proteja de si mesma. 
Não existe lugar neste mundo para uma mulher Água-Água.
 Ela é puro Cinema, Literatura, Mito.



Sua representação na Arte mostra de
 duas, uma: ou é a ninfa que emerge
 ou a mulher que mergulha para 
sempre. No primeiro caso está a
 lenda da Selkie, mulher-foca que,
 mostrando-se quase sem querer em
 sua face humana faz um coração
 masculino apaixonado. Ele rouba-lhe
 a pele e a toma como mulher. 
Ela lhe dá filhos, mas seu olhar não 
disfarça a saudade do mar. 
Um dia retoma sua pele de foca e 
volta para suas águas matriciais. 
Não pode ser feliz fora do seu 
elemento. 

A história que conto está no filme 
The Secret of Roan Inish e também é 
abordada com maestria por 
Clarissa Pinkola Estés em
 Mulheres que correm com os lobos. 
 Ainda no cinema, a visão mitopoética de M. Night Shyamalan,
 (em Lady in water) nos
lega Story, uma ninfa da água que aparece numa piscina de um condomínio. 
Perseguida por inimigos que não querem que ela volte para seu mundo 
recebe ajuda humana. 
Aí está a inadequação da Rainha de Copas. Ela não é do nosso mundo.
 A não ser quando percebemos que no nosso mundo também moram a 
fantasia, a 
imaginação e a poesia. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Abóboras Incríveis


HALLOWEEN E A ARTE DE ESCULPIR EM ABÓBORAS

em escultura por  em 12 de out de 2012 às 21:22
Ray Villafane elevou para um patamar superior a arte de transformar abóboras em peças decorativas. Desde as simples Jack-o-lantern até às espantosas esculturas criadas por Ray Villafane, a abóbora é um elemento central das festividades do Halloween. Um pequeno aperitivo para o Halloween que se aproxima.
O Halloween é uma tradição muito comum nos países anglo saxónicos, com especial incidência nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Irlanda. É celebrada na passagem da noite de 31 de Outubro para o primeiro dia de Novembro. No mundo globalizado de hoje em dia, o Halloween acaba por ser um evento à escala mundial.
Têm as suas origens em antigas festividades Celtas embora seja difícil apurar a sua verdadeira origem. Foi levado para os Estados Unidos por emigrantes Irlandeses.
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Por todas as ruas escutamos “trick or treat” (doce ou travessura), esta é a famosa frase usada pelas crianças que na noite de 31 de Outubro saem mascaradas para a rua, e pedem doces sob a “ameaça” de fazerem uma travessura caso o seu pedido não seja atendido. Um dos elementos mais reconhecíveis do Halloween é o Jack-o-lantern, uma lanterna feita com uma abóbora recortada de maneira a que fique assustadora.
Em alguns bairros americanos a competição saudável, faz com que as casas sejam decoradas com o máximo de afinco, ficando autênticas casas de horror, tal qual existem nos parques temáticos.
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O artista norte-americano Ray Villafane deixou de fazer simples Jack-o-lanterns e usando as abóboras começou a criar autenticas obras de arte, esculturas super realistas 3D. Villafane elevou o uso da abóbora como matéria-prima para um nível superior.
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Sendo um apaixonado pela escultura, desde sempre foi incentivado pela sua mãe a seguir essa paixão. Ray formou-se na Escola de Artes Visuais de Nova Iorque e durante alguns anos deus aulas a crianças. Encontrou a escultura com abóbora enquanto preparava um trabalho com os seus alunos, e foi uma paixão “à primeira abóbora”.
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Ray começou a dividir o seu tempo entre as aulas que dava às crianças, e a modelação de super-heróis para algumas das mais reconhecidas empresas do ramo. Em 2006 após ter realizado um trabalho para a divisão de coleccionáveis da DC Comics, a DC Direct, Ray conseguiu um contrato de dois anos em regime exclusividade com a DC, sendo renovado em 2008 por mais dois anos. No final destes quatro anos já tinha ganho clientes notáveis como Warner Bros. / DC Comics, Marvel, McFarlane Toys, Hasbro e Sideshow Collectibles.
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A paixão pelas abóboras era simplesmente um passatempo que durava apenas na época das abóboras. Em 2007 foi contactado pela Entertainment High Noon, sendo convidado para participar no Food Network’s Challenge Show - Outrageous Pumpkins. Ray foi um dos 4 finalistas e impressionou suficientemente os juízes, e em apenas três rondas sagrou-se vencedor. O desafio final registou a maior audiência do programa até à data.
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Ray foi convidado novamente no ano seguinte para defender o seu título, vencendo em 2008 e 2010. Esta exposição do trabalho de Ray, assim como o seu talento e criatividade granjearam-lhe e à escultura com abóbora, uma notoriedade que vai para além do tradicional Jack-o-lantern.
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Hoje em dia as abóboras de Ray são alvo de um culto no mundo inteiro, e as suas criações para o Halloween têm pelo menos 2 anos de lista de espera. Restaurantes, artistas de cinema e da música, assim como edifícios públicos, solicitam-lhe com antecedência obras para estarem expostas durante o Halloween. Dentro da escultura Ray é o que se chama de um homem multifacetado, esculpindo em vários materiais.
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Artigo da autoria de Vasco Neves.
Sento-me em frente ao mar, e a ele digo-lhe tudo aquilo que a ti não consigo....

Fábula Chinesa

Fábula chinesa da xícara cheia



                                                     

Diz a fábula que o mestre e seu discípulo estavam caminhando. O mestre aproveitava a oportunidade e tentava passar alguns ensinamentos ao discípulo. Numa determinada etapa da conversa o discípulo estava encontrando dificuldades em assimilar o que o mestre estava tentando lhe passar. Então o mestre sugeriu que eles voltassem ao templo, pois ele queria tomar chá. Cheg
ando ao templo o mestre solicitou ao discípulo que preparasse um bule de chá. O discípulo, prestativo, foi preparar o chá. Voltou com o chá pronto, no bule, e as xícaras. Imediatamente serviu o mestre... Para surpresa do discípulo, quando este estava para encher a sua própria xícara, o mestre solicitou que ele voltasse e colocasse mais chá na xícara do mestre. Ao que o discípulo arguiu: - "Mas a sua xícara já está cheia!" O mestre, impávido, confirma: - "Por favor, coloque mais chá em minha xícara!" Nova argumentação do discípulo, nova confirmação do mestre. O chá começa a transbordar para a bandeja, e o discípulo para... O mestre insiste em sua solicitação: Que quer que ele continue a colocar chá em sua xícara. O chá escorre pela bandeja e, desta, ao chão. O bule fica vazio. O mestre, então, indaga o discípulo: - "O que você aprendeu com isto?" O discípulo diz que nada, pois ele já sabia que o chá iria escorrer para a bandeja e para o chão. O mestre retruca: - "O ensinamento que isto nos traz é que para caber mais chá na xícara, a xícara precisa estar um pouco vazia. Em xícara cheia não cabe mais chá." E continuou: - "Assim também somos nós!" E complementou: - "Assim é a nossa cabeça. Quando achamos que sabemos tudo, quando temos muitas certezas, quando a nossa cabeça está totalmente cheia de verdades, então a nossa cabeça não tem espaço para mais nada, novos ensinamentos e percepções não conseguem chegar." Concluindo: - "É necessário ter permanentemente a nossa cabeça um pouco vazia para poder apreender as mudanças da realidade que nos cerca, sob o risco de nos divorciarmos da realidade." O discípulo começou a entender. O mestre seguiu: - "As nossas certezas vêm do que vivemos no passado. Mas o passado já passou, e o que acontece hoje não pode ser interpretado à luz do passado. Isso seria o mesmo que caminhar em uma noite escura, para frente, em um caminho desconhecido, com uma vela acesa às nossas costas, iluminado o caminho já percorrido. E finalizou: - "Relaxe e deixe sempre sua cabeça um pouco vazia para apreender o que o mundo lhe oferta de novidades e oportunidades."

domingo, 14 de outubro de 2012

Pecado de domingo



Assim você me mata....



                                                         

Novas perspectivas na investigação das células tronco

Muito interessante. Traz novas perspectivas.



NOBEL DE MEDICINA A LA INVESTIGACIÓN DE CÉLULAS MADRE

El premio Nobel de Fisiología o Medicina fue otorgado conjuntamente al británico John Gurdon y el japonés Shinya Yamanaka por sus descubrimientos sobre la reprogramación de las células.

Sus hallazgos, dijo el presidente del Comité Nobel, "han cambiado completamente nuestro entendimiento sobre el desarrollo y especialización de las células y organismos".

Los estudios de los profesores Gurdon, de la Universidad de Cambridge, Inglaterra, y Yamanaka, de las universidades de Kioto, Japón, y California, en San Francisco, "han revolucionado la investigación sobre cómo las células maduras pueden reprogramarse para convertirse en células madre pluripotenciales, capaces de volverse cualquier tipo de tejido en el organismo".

Hasta antes de estas investigaciones se pensaba que una vez creadas, las células se multiplicaban para convertirse en células especializadas y formar cualquier tejido en el organismo.

Y se pensaba que este proceso era irreversible: una vez que la célula se había especializado no se podía cambiar su estado.
John Gurdon descubrió en 1962 que la especialización de las células podría revertirse.

En experimentos con ranas reemplazó el núcleo de una célula inmadura de un óvulo con una célula intestinal madura y demostró que el óvulo modificado podía desarrollarse en un embrión normal.

El hallazgo mostró que el ADN de una célula madura podía mantener toda la información necesaria para convertirse en cualquier tipo de célula en el organismo.

Esta técnica eventualmente condujo a la creación de la oveja Dolly, el primer mamífero clonado.

El profesor Gurdon sentó las bases para que 40 años después, en 2006, Shinya Yamanaka descubriera cómo las células maduras en ratones podían reprogramarse para convertirse en células madre inmaduras.

Yamanaka encontró que al introducir sólo cuatro genes podía reprogramar las células maduras ya diferencias -utilizó células de la piel- y convertirlas en células pluripotenciales -similares a las células madre embrionarias- capaces de volverse cualquier tipo de tejido.

Células pluripotenciales

El hallazgo condujo al descubrimiento de las células madre pluripotenciales inducidas (IPSC), que ha sido calificado de un avance extraordinario en la investigación de células madre ya que permite a los científicos obtener células madre para usos terapéuticos sin necesidad de recurrir al controvertido uso de embriones.

LEER MÁS: http://ow.ly/eslWn

Decreto do Arcanjo Miguel

Tenho uma grande simpatia pelo Arcanjo Miguel, o arcanjo guerreiro. Postei abaixo um decreto que pode ser usado para pedir proteção. 




Pela autoridade da Chama Trina em meu coração, em nome de Alfa e Ômega, da Mãe Terrenal e do relâmpago azul do coração de Hércules, o Elohim do 1º Raio, Eu comando o Arcanjo Miguel e suas Legiões de Luz Azul Celeste, para nossa proteção aqui e agora:............................... (faça seus pedidos e inclua familiares e amigos). 

Amada Presença do Eu Sou, Amado Arcanjo Miguel, Assumam o comando de toda esta Situação, (diga aqui o problema, mas somente na primeira afirmação) 

São Miguel  - *(3x)

Arcanjo de Deus Iluminado. Vista-nos com uma armadura de chama azul – dourada,
Sobreponha-nos com vossa espada azul flamejante, Libertando-nos aqui e agora de todo o mal manifestado!  

Legiões de São Miguel à nossa frente, Legiões de São Miguel atrás de nós,
Legiões de São Miguel à nossa direita, Legiões de São Miguel à nossa esquerda,
Legiões de São Miguel acima de nós, Legiões de São Miguel abaixo de nós,
São Miguel - *(3x) e Legiões do raio azul Celeste.
* Com suas espadas e armaduras nos protejam aqui! - *(3x)     (9x) 

Selamento - Que a Poderosa Presença EU SOU em mim, sele toda energia agora magnetizada, para que seja utilizada de acordo com a vontade de Deus e somente a vontade de Deus. Assim seja, em nome do Pai, da Mãe, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

RENÉ MAGRITTE E A PUBLICIDADE

em arte por  em 14 de out de 2012 às 08:22 |


Quando Andy Warhol surgiu "anunciando" que o mundo das artes podia tirar vantagem do mundo dos negócios isso parecia uma grande novidade, mas na verdade a união entre arte e comércio é antiga. Vários pintores tiveram suas carreiras iniciadas através da criação de cartazes e anúncios publicitários, um deles foi René Magritte. Antes de ser o incrível pintor surrealista, Magritte exerceu diversas atividades, entre elas, a de criador de propagandas. Influenciado pela estética da Art Deco, no ano de 1925 ele criou uma série de cartazes para a marca de roupas Norine, confira aqui alguns deles.
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