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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

belas imagens

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As mais belas imagens climáticas



Todos os anos, o escritório de meteorologia australiano promove uma competição fotográfica bem interessante, selecionando a melhor foto do clima. Inusitado, mas permite a captura de imagens espetaculares.
Na competição tudo é analisado, inclusive as histórias das fotografias, as dificuldades, como os fotógrafos conseguiram capturar tais imagens.
O objetivo do escritório não é apenas eleger uma bela imagem, pois eles confeccionam um calendário incrível que vende cerca de 50 mil cópias por ano.
Confira as fotos selecionadas para cada mês do calendário:
1
A foto é do professor Matthew Titmanis, que registrou fogos de artifícios e raios. A fotografia foi tirada na cidade de Perth e ficou muito linda.

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Essa é de Fabio Bonicelli. Ele estava indo para casa e foi surpreendido pela tempestade. Aproveitou a oportunidade para registrar tudo.

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De Keith Day, essa imagem foi selecionada para o mês de março. Ela registrou a beleza das nuvens.

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Helen Simpson, especialista em imagens do clima fotografou uma nuvem no Sul da Austrália.

5
O mês de maio foi presenteado com a foto de Meredith Banhidi, que flagrou um barco cruzando a névoa em Victoria.

Six Inches
O estudante John Allen fotografou um dia de muito gelo em Marong.

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Bruce Cooper teve registrou uma grande muralha feita de nuvens em Era Beach. Incrível, não é?

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Grant Dixon, fotografou o fenômeno arco de névoa no Parque Nacional Sudoeste.

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Toda essa poeira indica que uma tempestade avançou o Santuário de Arkaroola, no Sul da Austrália. Foi fotografada por Peter, que é adora o deserto.

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Essa foto foi tirada por Ann van Breemen, que trabalha em um desses prédios da imagem. Ele percebeu que a tempestade se aproximava e foi logo para a janela para registrar o momento.

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Steve Strike é especialista em fotos aéreas e registrou o momento em que nuvens passavam pelas dunas do deserto.

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A ultima imagem do calendário foi fotografada por James Collier, acreditem ou não, é um fotógrafo amador… A foto mostra um raio iluminando o mar e as nuvens em Victoria.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O problema do destino parte II

  O problema do destino e do imponderávelO Problema do Destino e do Imponderável por Pietro Ubaldi - Parte II 


 Qualquer que seja sua natureza, do bem ou do mal, tenderão sempre a percorrer o seu caminho até o fim e não descansarão enquanto não consumirem todo o impulso recebido. 

O bem e o mal, na realidade, existem personificados nessas forças. As do mal nos perseguirão como “Erínies” enfurecidas, gritando a todos nossas culpas e clamando por vingança, lançando-se contra nós, mordendo e despedaçando-nos. A tragédia humana está cheia delas. Como nos defendermos de um inimigo que está dentro de nós? Impossível nos escondermos. Impossível fazê-lo calar: não há barreiras de força ou de astúcia que o consigam. Eis então o armadíssimo involuido - desarmado, o lutador não mais sabe lutar; o forte está intimamente derrubado e arruinado. Eis que o homem involuido, pelos caminhos sutis do imponderável, tornou-se realmente um vencido. Desanimado diante do inalcansável inimigo, que não consegue compreender, sofre e se humilha, para compreender.

 Aquelas forças são inexoráveis, são o destino, representam a lei de Deus, a inviolável justiça que tentamos violar e que, fatalmente, reconduz agora cada coisa a seu lugar. Os recursos humanos esmigalham-se contra essas potências silenciosas do destino. Elas abatem qualquer defesa, transpõem todas as portas, do rico ou do pobre, do poderoso ou do humilde. Uma única coisa as detém, inofensiva como a palavra de uma criança, leve como a asa de um anjo, imponderável e suave como uma oração: a inocência. Sermos inocentes! Essa pequena coisa se encaminha na direção da impetuosa potência da força e a faz parar, porque isto quer a Lei: que o honesto seja defendido e a justiça triunfe. 

 Se, ao invés do mal, implantamos o bem em nosso passado, as criações que geramos serão de natureza completamente diversa. Também com o tempo crescerão, tornar-se-ão maduras, atingindo o seu efeito no mundo externo da manifestação das causas. Em lugar, porém, de assediar- nos a vida como inimigos, lançando sobre nós o sofrimento, estarão ao nosso lado, acariciando-nos, encorajando-nos como nossos amigos mais queridos. O involuido não sabe que o presente não se improvisa, não se forma apenas do próprio presente, e, sim, em grande parte do passado; também não sabe que a vida, no seio de um organismo complexo e perfeito qual é o universo, não é uma louca aventura, e, sim, um crescimento lógico e orgânico.

Coisa alguma se improvisa do nada, mas, tudo volta e torna a voltar nas ondas do tempo, tudo se liga aos grandes ritmos da Lei, em conexão com suas causas, de que não pode separar-se, avançando por graus e por fases: germinação, crescimento, manifestação, esgotamento. 

No universo tudo está unido pela lei de causalidade, que tudo encadeia no desenvolvimento do tempo. Coisa alguma nasce senão por filiação, isto é, através duma derivação causal; e por isso, tudo revive sempre indestrutível nas suas conseqüências, em que necessariamente se continua. Como no filho se desenvolve o pai, como a árvore é o desenvolvimento da semente e a ação nasce da motivação, assim também, por uma concatenação inseparável, toda causa se prolonga no seu efeito. 

 Todo fenômeno, no seu movimento evolutivo através do tempo, oscila entre estes dois extremos, constituindo um dualismo que não se isola numa forma fechada: princípio - fim, mas que se engancha continuamente no seu extremo final como um novo extremo inicial e se alonga, assim, ao infinito. Se, portanto, pela lei da causalidade, tudo é filho do passado, a vida se torna, então, um jogo vasto e complexo, por longas preparações, e a vitória é determinada por dinamismos acumulados que emergem de um armazém interior, que pode estar cheio ou desprovido, rico de provisões benéficas ou maléficas, úteis ou venenosas - o misterioso armazém da alma que o homem involuido não enxerga. 

As posições terrenas são aparentes e iludem. Por isso, o pigmeu pode ser substancialmente um gigante e o gigante, um pigmeu. Daí a invisível força de tantos inermes, a desconhecida grandeza de tantos humildes. A posição humana exterior é fictícia. A casa interior pode ser habitada por amigos ou inimigos, pelo bem ou pelo mal, por anjos ou demônios. Eis o armamento moral do homem evoluído: as boas obras, o haver cumprido o próprio dever, isentando-se de sanções, ser inocente de culpas. O nosso passado já está feito e lançou a trajetória de nossa vida. Assim como uma longa evolução orgânica construiu o nosso atual tipo biológico que, qual é, resiste a qualquer rápida deformação ou mudança, também através de um longo caminho se formou e definiu nossa constituição moral, viveiro de instintos aninhados no subconsciente e radicados bem longe, no passado. A forma é definida, mas não definitiva, porquanto o transformismo continua sempre e nada pode considerar-se definitivamente fixado. Permanece sempre aberta a porta para a expiação e a correção, pois a liberdade, embora enlaçada pelas conseqüências do passado, permanece inviolável e inviolada, sempre senhora de introduzir no destino novos impulsos e, com novos esforços, corrigir-lhe, como quiser, a trajetória. 

Suprimido o peso do passado que nos prende, o futuro é sempre livre. Uma das principais características deste mecanismo de forças é a possibilidade de isolar o próprio destino de um destino alheio. Ao lado de cada um falam e entram em ação as suas obras e não as do próximo. Cada um pode semear em seu campo o que desejar e ninguém pode fazê-lo em seu nome. A semeadura é livre, porém, a colheita é obrigatória. Somos livres, mas, responsáveis. Absoluta é a independência no semear o bem ou o mal; também absoluta é a obrigatoriedade de recolher o fruto de toda a semeadura. Eis porque o sábio procura nas causas profundas e longínquas as raízes de seu estado presente e com uma previdência que enxerga ao longe prepara seu futuro. Não importa se os outros ignoram estas leis. 

Quem erra paga pelo erro, e pagando aprende. A maravilhosa justiça da divina lei está, porém, nisto: cada um permanece livre e, em qualquer ambiente em que viva, pode, como quiser, perder-se ou salvar- se. A beleza está no fato dessa liberdade permanecer sempre garantida e o indivíduo ser independente, senhor absoluto, sempre, do próprio destino, senhor de construí-lo a seu modo, em qualquer tempo e lugar. 

Assim, num mundo em que o involuído, que não sabe, com seus sistemas impera e triunfa, ninguém pode impedir ao evoluído, que sabe, de escolher e seguir o seu caminho, nele recolhendo frutos abundantes. Conforme a ação que se antepõe, a Lei dá a cada um sua resposta, sabendo contemporaneamente funcionar, comportando-se diferentemente em planos e formas diversas.

 Desse modo, a fundamental liberdade de cada indivíduo é a tal ponto respeitada, sem ofender o princípio de responsabilidade, que ele pode sempre separar seu destino de qualquer destino alheio, pode conservar a mais completa autonomia de trajetória no meio do mais complexo entrançamento de forças, pode atingir as metas que quiser; pode perder-se, livremente, no meio da salvação de muitos, ou salvar-se no seio da perdição universal. O resultado é garantido, tanto no bem como no mal. O justo pode, assim, avançar em seu caminho, embora colocado num mundo de demônios. É o próprio passado, as obras, o mérito, o que importa diante de Deus.

 Postado por Paulo Henrique de Moraes

by http://apanaceiaessencial.blogspot.com.br/

pinturas de animais

expressionismo

EXPRESSIONISMUS

em animais por  em 08 de dez de 2012 às 15:57
Animalização da arte, a simplificação formal e cromática para expressão de natural beleza por olhos de carinho.


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Em Munique, filho de um pintor paisagista e de uma protestante francesa, nasceu um dos maiores representantes do movimento expressionista da Alemanha. Franz Marc estudou na Munich Art Academy, e mesmo que seu nome tenha tido destaque dentro do expressionismo, sua arte ainda variou pela influência do impressionismo, futurismo, cubismo e abstracionismo. Durante a primeira guerra mundial, Franz apresentou-se como voluntario, mas após determinado tempo o governo alemão o havia identificado como um artista notável, porém, no dia do anuncio de sua volta para casa, o artista morreu após ser atingidos por estilhaços de uma bala de canhão.
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by Oviousmag.org
hermannvherner
Artigo da autoria de Hermann Vherner.
Como prévia aos interessados, curiosos ou mal intencionados, posso dizer que sou Biólogo, Taurino, Tranquilo e Apreciativo. Para mais, terá que experimentar!.

domingo, 9 de dezembro de 2012

olhos arteiros

olhos arteiros

Incríveis exemplos de arte em seus olhos



Svenja Jödicke é uma artista que adora criar obras de arte “ao redor dos olhos”. As maquiagens feitas pela alemã possuem um realismo surpreendente.
Utilizando materias que vão desde um botão a diversos insetos, ela consegue criar paisagens e imagens mágicas.
Confira um pouco do trabalho de Jödicke.
arte e maquiagem abelhas_thumb[1]
arte e maquiagem ariel_thumb[1]
arte e maquiagem arvore_thumb[2]
arte e maquiagem borboletas_thumb[1]
arte e maquiagem botoes_thumb[2]
arte e maquiagem fada_thumb[2]
arte e maquiagem insetos_thumb[1]
arte e maquiagem joaninha_thumb[1]
arte e maquiagem laco_thumb[1]
arte e maquiagem lesma_thumb[1]
arte e maquiagem papagaio_thumb[2]
arte e maquiagem peixe_thumb[1]
arte e maquiagem penas_thumb[1]
arte e maquiagem raposa_thumb[2]
arte e maquiagem tigresa_thumb[1]
arte e maquiagem vorazes_thumb[2]

Adaptado de pipocadebits