Powered By Blogger

sábado, 29 de dezembro de 2012

A consciência e seus veículos - Parte II



Outras funções do corpo mental são as de desenvolver os poderes da memória  e imaginação, servir oportunamente como veículo  independente  da  consciência  no plano mental, servir à consciência como veículo do pensamento concreto  bem  como expressá-lo no corpo físico através do corpo astral, cérebro etérico  e  sistema cérebro-espinal, coordenar movimentos do corpo físico para a ação, etc...         É  importante  compreender,  pelo menos   parcialmente,   que,   segundo   a Tradição-Sabedoria, o corpo físico, o duplo etérico, o corpo  astral  e  o  corpo mental são todos mortais formando, em conjunto, o eu inferior ou personalidade  - palavra que provém da palavra grega "persona" (literalmente: fonte de onde vem  o som) que era o nome da máscara usada pelos atores nos teatros  da  Grécia  Antiga sendo indicativa do papel que representavam. Assim, o  eu  inferior,  quaternário inferior ou personalidade  seria  a  "camada"  mais  exterior de  nosso  Ser,  a  "máscara" com que o Eu Superior, a Tríade Superior  ou  Ego  se manifestaria  no teatro da vida.

         A última função do corpo mental inferior, ou simplesmente corpo  mental,  que  precisamos citar seria a de assimilar os resultados das experiências  vividas,  e passar a sua essência, antes de sua morte, para  o  Ego  Imortal,  o Homem  Real vivendo em seu corpo mental superior, o Pensador,  como  analisaremos melhor  em nossa próxima lição. Esses resultados de experiências vividas são  os  "tesouros" que Jesus aconselha ajuntar "no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem,  e onde os ladrões não minam nem roubam" (5).Porém esse "cofre espiritual" que é o corpo mental superior ou corpo  causal, como é mais freqüentemente chamado por acumular  as  "causas"  do  futuro, sendo constituído da matéria sutilíssima dos 3 subplanos superiores do plano mental  só  pode acumular a essência das mais sublimes experiências de nossas vidas, sendo  a imensa 

maioria de nossas ações grosseiras demais para atingí-lo.


         O corpo causal é também o veículo do pensamento abstrato, em contrapartida ao corpo mental  que  é  o  do  pensamento  concreto.  O pensamento  é   meramente estabelecido de relações entre as imagens presentes em nossa mente,  caso  essas imagens sejam nomes e formas por um lado, ou conceitos,  leis  e princípios  por outro, teremos, respectivamente, pensamentos  concretos  e  abstratos.  Logo,  é natural que o  corpo  causal,  chamado 'Vijnámayakosha'  pelos  vedantinos,  que acumula a essência das experiências, trabalhe no nível das leis e princípios  que se ocultam das formas mais concretas. Platão chama-o de alma inteligível.

         Os outros dois componentes da Tríade Superior  são  de  natureza  ainda  mais  sutil.

         O veículo  búdico  é  aquele  responsável pela  compreensão  que  ilumina  o pensamento, dele provém a luz de 'buddhi' ou intuição que dissolve as  dúvidas  e desperta a compaixão por todos os seres, visto que no plano  búdico  já  se pode sentir como absolutamente  real  a  unidade de  tudo  que  vive.  Esse  veículo, comparado freqüentemente a uma estrela de luz cujos raios tudo  penetram  e  tudo abrangem, tem se identificado com o Cristo Interno, referido diversas  vezes  na tradição Cristã. Talvez o apóstolo Paulo tenha legado a nós a  mais  bela dessas referências: "Cristo em vós, a esperança de glória." (7) Por sua  vez,  entre  os vedantinos o veículo búdico era chamado de 'ãnandamayakosha', ou seja, veículo ou envoltura de bem-aventurança. Aquele que consegue  focar  sua  consciência  nele atinge um êxtase elevadíssimo, somente inferior ao do veículo átmico.


A consciência e seus veículos-I


A Consciência e seus veículos - Parte I



 

"Homem: conhece-te a ti mesmo" - tal era a inscrição gravada no frontispício do pórtico de Delfos, na Antiga Grécia. Tão profundo é o conselho que ela nos dá que não devemos nos surpreender pelo fato de que o próprio Sócrates a tomou  por divisa. Essa misteriosa sentença atinge o próprio  coração  do  mais  irônico  e constrangedor problema que aflige o homem: o nosso desconhecimento a respeito  de nós mesmos ! Problema esse que desafia, desde épocas já encobertas pelas  névoas do tempo, mesmo a mais sagaz mente humana, que perplexa indaga: afinal, quem  sou eu?Na tentativa de trazer luz a essa  profunda  questão cabe-nos  iniciar  tal investigação, ao que tudo indica, pelo nosso corpo físico e  seus constituintes: os átomos..

         É sabido que a ciência moderna  avançou tanto  na  direção  do  estudo  das partículas subatômicas  que  as  experiências  que demonstram  a   relatividade espaço-temporal nesse reino, ou do comportamento ondulatório dessas  partículas, acabaram por abalar irreversivelmente  os  próprios  alicerces  do materialismo científico-mecanicista do século passado. Ao que tudo indica, a humanidade como um todo ainda está longe de compreender as conseqüências filosóficas e até mesmo metafísicas do magnífico trabalho do Dr. Albert Einstein sobre a possibilidade da conversão da matéria em  energia,  etc.. Tanto isso é verdade que o uso que tem sido feito desse conhecimento  é  o  mais trágico que a história já registrou - a bomba atômica  -  instrumento  de  morte maciça nesse patético jogo de dominação e destruição.

         Em 1888, muito antes de todo esse avanço da ciência, Madame  Blavatsky,  (NT. fundadora da Sociedade Teosófica), já afirmava, em sua obra "A Doutrina Secreta", que a matéria era uma "condensação" do espírito e que ambos eram diferentes pólos  de manifestação da  mesma realidade  subjacente.  Essa  idéia  foi  expressa da  seguinte maneira: "... um dos pólos é o Espírito  puro,  perdido  no  absoluto  do Não-Ser, e o outro pólo é a Matéria, na qual ele se condensa,  "cristalizando-se" em tipos cada vez mais grosseiros, à medida que desce na manifestação."  Até pouco tempo a ciência admitia apenas  três  estados  para  a  matéria:  o sólido, o líquido e  o  gasoso.  Entretanto, recentes  pesquisas  com  gases  de altíssimas temperaturas,  na  busca  da  fusão  nuclear, vieram  a   demonstrar propriedades tais na matéria que esse plasma  poderia  ser considerado  como  um quarto estado.

         A ciência oculta considera, desde tempos imemoriais, a existência de 7 planos materiais, de sutileza crescente, subdivididos em 7  estados  ou subplanos  cada. Isso totaliza 49 estados, ou seja, o sólido, o  líquido,  o  gasoso  e  mais  46 estados com coesão atômica cada vez menor e, conseqüentemente,  com  sutileza  e plasticidade crescentes  ou,  em  outras  palavras,  com crescentes  graus   de liberdade.  Assim, por exemplo, o corpo físico, que é constituído de sólidos, líquidos  e gases, teria uma contraparte sutil que  seria  constituída  pelos  4  estados  de matéria seguintes, chamados éteres pelos ocultistas. Por isso, essa contraparte é chamada, às vezes, de  corpo  etérico  e,  em  condições normais  de  vida,  ela interpenetraria o corpo físico, que se constitui de matéria mais densa. Por outro lado, por ela ser uma duplicata exata do corpo físico, célula por célula,  ela  é mais freqüentemente conhecida como duplo etérico. Uma de suas principais funções é servir como matriz do corpo físico.  Segundo  a tradição oculta as células físicas crescem de acordo com o molde  das  etéricas que, por sua vez, constituem o duplo etérico, obrigando-as a  trabalhar  como um  todo, ou seja, como um organismo.

         O trabalho da parapsicóloga Thelma Moss sobre o efeito  fantasma  é  uma  das mais recentes evidências dessa função do duplo etérico. Em  condições  normais  o duplo não pode ser fotografado, devido à sutileza dos seus constituintes,  porém um campo elétrico é influenciado  pela  sua  presença.  Tal  é  o princípio  da fotografia Kirlian, que embora não possa fotografar o duplo etérico, fotografa  o  ar ionizado pelo efeito corona e influenciado pela integração do duplo, e,  dessa forma, consegue ao menos a definição do seu  contorno.  Por exemplo,  uma  folha recém retirada da árvore, mas com parte de sua superfície  cortada  e destruída, tem o seu contorno original nitidamente definido na fotografia Kirlian,  como se ela ainda estivesse inteira. Esse contorno, que continua aparecendo mesmo  sem  a parte física correspondente, foi chamado de efeito fantasma e se deve à  presença do duplo etérico da folha. O duplo tende a  exercer  sua  função  moldante  no sentido  de  orientar  o crescimento das células físicas, porém se a lesão é  muito  grande  ela afeta  o próprio duplo gerando uma irregularidade no fluxo das energias deste que gerará, no devido tempo, a cicatriz física.

         Isso nos leva à segunda  função  do  duplo etérico  que  é  a  de  absorção, especialização e distribuição da energia vital proveniente do Sol, conhecida como 'prana' na tradição  Hindu.  Por isso  os  hindus  chamam  o  duplo  etérico  da 'pránamayakosha': veículo de 'prána'. Os grandes centros de 'prána' são as glândulas e os centros nervosos do corpo físico, bem como os respectivos centros de força  do  duplo  etérico, conhecidos como 'chakras' na tradição Hindu, ou dos outros corpos sutis.  A  palavra  chakra provém do sânscrito e, literalmente, significa roda. Os  chakras  são  usualmente descritos como vórtices em forma de sino ou flor situados na superfície do  duplo etérico, com um diâmetro de aproximadamente 10 cm., com suas "hastes" conectando alguns deles à medula espinal e outros a algumas glândulas do  corpo  físico.  Os sete chakras tradicionais são situados na base da coluna, no baço, no umbigo,  no coração, na garganta, entre os olhos e no topo da cabeça.  É comum  às  diversas tradições religiosas considerar um ou mais desses  pontos  do  corpo como  sendo sagrados, como é o caso do "terceiro olho" dos hindus e dos faraós, e da  auréola no topo da cabeça nas tradições Cristã e Budista, entre  outras.  As  linhas  de fluxo do 'prána' no duplo etérico formam um verdadeiro sistema de circulação e  é nele que se baseiam as técnicas da hatha-Yoga e da Acupuntura, por exemplo.

         Existe ainda um terceira função do duplo etérico que é, ao que tudo indica ou parece indicar, a mais significativa  para  nosso  estudo. É  aquela  função  de intermediário que o duplo etérico exerce entre a  nossa  consciência  e  o corpo físico, visto que é através dos centros do duplo que a  nossa  consciência  passa ter relação com o sistema nervoso e algumas glândulas  do corpo  físico.  Com  a ocorrência da morte essa função, bem como as outras, não é mais exercida, pois  o "cordão de prata", como é chamado o vínculo entre o físico e o duplo na Bíblia em Eclesiastes 12:6, se rompe libertando a consciência  do  corpo.  A  partir  desse momento as funções sensoras e motoras do sistema nervoso  físico  desvinculam-se completamente da consciência. Fenômeno similar produz a ausência de dor durante o transe hipnótico, devido à paralisação do fluxo de 'prána'  em alguma  parte  do duplo. Esse é a arte  que certos  faquires  e  hatha-yogues  orientais dominam, possibilitando assim o controle da dor e mesmo de funções mais complexas  como  a pulsação do coração, etc., a ponto de existir a referência oficial  de  casos  em que os mestres dessa arte  tendo  sido  considerados clinicamente  mortos  terem "repentinamente" voltado à vida. É também essa função do duplo que produz a interação da  mente  com  o  corpo gerando as doenças psicossomáticas, etc. Outro ponto que merece destaque é que os chakras são a  porta  pela  qual  o cérebro pode tomar contato com os "mundos" sutis, ou seja, são o instrumento  da percepção extra-sensorial. Por exemplo, a  clarividência  -  o  poder  de  ver  a matéria sutil e, conseqüentemente, o lado oculto da natureza -  está  relacionada com o chakra frontal ou  "terceiro  olho".  Essa  relação  está simbolizada,  na tradição Egípcia, pela serpente que sai da fronte do faraó, indicando que ele era possuidor desse poder e do conhecimento que dele decorre. Aliás, foi  através  da clarividência que a maioria  dos  conhecimentos  que  a  Tradição-Sabedoria  nos oferece foram adquiridos e ratificados, ao longo  dos  milênios,  por  uma linha ininterrupta de ocultistas ocidentais e orientais, até os dias de hoje.

         Aquela serpente  é  um  símbolo  comum  à tradição  Hindu,  representando  a Kundalini - energia poderosíssima que, no homem comum, "dorme como  uma  serpente enrolada" no chakra da base da coluna vertebral. Pelo uso de certas  práticas  de Yoga, o  candidato capacitado,  e  sob  a  orientação  direta  de  um instrutor competente, desperta essa força e a põe em ascensão através de 'sushumná' -  como é chamada a passagem interna da espinha dorsal. À medida que essa  energia  passa através dos chakras, eles vão sendo vivificados, um  a  um, abrindo,  assim,  as portas da percepção do candidato às dimensões sutis, também chamadas de  planos.

         Nunca é demais alertar que essas práticas são empreendidas  somente  nos  últimos estágios do caminho do discipulado que leva à iluminação. Nenhum noviço  pode  se aventurar nessas técnicas sem expor seu corpo físico a grande perigo, provocando, eventualmente, a loucura ou a morte.

         Foi através da clarividência que os alquimistas da Idade Média  conheceram  o veículo da consciência que esta  imediatamene além  do  duplo  etérico.  Eles  o chamavam  de  corpo   astral   porque,   quando   observado  clarividentemente, assemelhava-se ao corpo físico, porém era circundado por uma aura ovóide de cores brilhantes como as  de  uma estrela  que  se  movia  constantemente.  Ele seria constituído de matéria astral, ou seja, dos 7 estados ou subplanos  imediatamente mais sutis que os éteres. Essa  matéria  seria  tão  sutil  que os  seus  átomos possuiriam um grau de liberdade a mais para vibrar, isto é, uma nova direção para deslocamento. Isso caracterizaria o plano astral, constituído por  essa  matéria, como quadridimensional  e  portanto,  interior  ao plano  tridimensional.  Essa interpretação seria similar a "interpenetração" das diferentes ondas de rádio  no mesmo espaço. Também o corpo astral,  seguindo  a  mesma  linha  de  raciocínio, usualmente interpenetraria o duplo etérico que, por sua  vez,  interpenetraria  o corpo físico. Neste sentido, os mundos sutis  estão  aqui  e agora  conosco  ou, usando a expressão do Cristo: "o reino dos  céus  está  dentro  de  vós"  (2).  O problema real se encontra na dificuldade de focarmos  nossa  consciência  nesses estados elevados, sintonizarmos, por assim dizer, nosso "receptor"  cerebral  com essas "ondas".

         Uma das funções do corpo astral é a de transformar as vibrações captadas pelo órgãos dos sentidos do corpo  físico  em  sensações  na consciência.  A  ciência moderna tem encontrado dificuldades em "dissecar" a consciência  em laboratório, de modo que admite a ocorrência de tal transformação em algum recanto do cérebro, que tem sido vasculhado "de ponta a ponta" nessa busca. Por exemplo,  é  um  fato científico que as imagens formadas em nossas retinas são invertidas em relação ao  mundo exterior, pois elas formam-se por intermédio do cristalino do globo  ocular  que, sendo uma lente biconvexa, necessariamente inverte todas as  imagens  reais; porém onde ocorre a reinversão? Seria no cérebro? A investigação  clarividente, com seu instrumental mais adequado para dissecar, por assim dizer, as  sucessivas camadas da consciência, pode ir mais longe. Segundo a Tradição-Sabedoria,  essas vibrações captadas do mundo físico pelos sentidos fluiriam pelo  sistema nervoso até o cérebro do corpo físico de onde seriam refletidas para o cérebro etérico  e  deste para o corpo astral. Somente então elas se converteriam em sensações. Seria  neste estágio que, eventualmente, a sensação  poderia  receber o  "colorido"  ou  qualidade de "agradável" ou de "desagradável",  que  anteriormente  não  existia.

         Caso houvesse algum envolvimento do mental  através  da  memória  ou  antecipação surgiriam desse processo à atração, isto é, o desejo  de  experimentar  novamente essa sensação agradável. De acordo com esse ponto de vista, essas são  as  raízes mais elementares do desejo e  da  emoção.  Por  isso  o  corpo  astral  é também conhecido como veículo dos desejos ('Káma', em sânscrito), alma animal ou veículo emocional. Ele é o veículo que expressa nossos sentimentos,  paixões,  desejos  e  emoções. Platão chamava-o de alma apetitiva.

         Assim como os impactos sobre os sentidos físicos, transmitidos pelo  'prána', não se transformariam em sensações sem a intervenção dos centros do corpo astral; assim também essas sensações não chegariam à mente sem  a  ação mediadora  desse veículo. Essa é a segunda função do veículo astral: servir  como  uma ponte  que funciona em ambos os sentidos, visto que a mente  comanda  o  cérebro  físico  e, conseqüentemente, o corpo físico por meio de estímulos  transmitidos  através  do corpo astral. Ao  longo  do  curso  investigaremos  qual  é  a influência  dessa inter-relação dos veículos sobre o  nosso  estado  de  espírito,  como  causa  da contradição humana.

         A terceira função do veículo astral é  atuar como  veículo  independente  da consciência. Por exemplo, durante o sono normal ou em um estado de  transe  seria possível separar-se o corpo astral do corpo físico  libertando  o primeiro  para funcionar independentemente no plano astral. Embora não tenhamos espaço aqui para abordar mais profundamente  a  temática do  sonho,  da  "viagem  astral",  etc., poderíamos citar uns poucos fenômenos que seriam explicados por essa função. Como o plano astral é o das emoções, nele elas são muito mais intensas do  que  podem ser sentidas quando nossa consciência está focada no cérebro físico.  Assim, por  exemplo, nós podemos sentir certos tipos  de medo  em  um  pesadelo  ou  extrema alegria em alguns "sonhos coloridos" que são desconhecidos no estado de  vigília, porque quando dormimos a consciência não está focada no cérebro físico mas sim no veículo astral. A dificuldade está em trazer claras recordações daquele mundo  de quatro dimensões para nosso cérebro  tridimensional quando  acordamos  -  só  um cérebro treinado pode fazê-lo plenamente. Alguns distúrbios no retorno  do  corpo astral ao físico são também os responsáveis por processos de catalepsia, bem como certas sensações de queda bastante comuns que costumam  acompanhar  um  despertar súbito.

         Essa terceira função do veículo astral também está  ligada  ás  condições  da consciência após a morte física, que tem algumas semelhanças com  o  processo  do sonho, como veremos na próxima lição. Caso nós quiséssemos levar mais a fundo essa investigação  sobre  a natureza real do ser humano, nós nos depararíamos, segundo nos diria a Tradição-Sabedoria, com que os ocultistas denominaram plano mental: o reino do pensamento. Ele  seria constituído de matéria mais sutil que a astral, na verdade  pelos  7  estados  de matéria seguintes. O veículo da consciência que  se  constituiria  dos primeiros quatro estados ou subplanos do mundo mental seria, por analogia  com  os  outros, chamado de corpo mental e estaria relacionado com  os  pensamentos  concretos.  É importante que nós investiguemos mais detalhadamente o que são esses  pensamentos concretos, ao invés de apenas dizer  que  são  aqueles  não  classificáveis como abstratos.

         Nós consideramos a pouco como os impactos da  matéria  física,  atingindo  os sentidos, se transmitiam pelo sistema nervoso para se converterem em sensações no corpo astral. A primeira  função  do  corpo  mental  é a  de  transformar  essas sensações em percepções mentais de cor, forma, som, gosto cheiro e tato. Outra de suas funções é a de  criar uma  imagem  composta  a  partir  da combinação  das  diferentes percepções mentais, ou imagens, provenientes dos diferentes órgãos dos sentidos. Assim, por exemplo, a imagem mental que nós temos de uma laranja é  uma combinação de percepções de cor, forma,  gosto etc.,  formando  em  nossa  mente aquela imagem composta à  qual,  na  língua portuguesa,  associa-se  o  nome  de "laranja", que corresponde a certa grafia e som. Esse nome ou uma rápida passagem de olhos por uma imensa série de  imagens  relacionadas.  Dessa forma,  o  corpo mental percebe muito mais que nossos limitados sentidos captam, de fato, do mundo que nos cerca. Por exemplo, ao ver a laranja  a  mente  pode  lembrar-se  de  seu gosto, cheiro, etc... Por outro lado, nós nunca vimos os átomos de uma  laranja  a vibrar nem os fótons deles provenientes que são percebidos, dentro  da faixa  do vermelho ao violeta a que somos fisicamente sensíveis, como cor por nossa  mente. Logo, nós não conhecemos em sua totalidade nem sequer uma laranja! Os objetos  do mundo que nos cerca só existem com cor, forma, etc., em nossa mente; eles são, na verdade, uma manifestação de energia condensada: átomos e moléculas a vibrar. Como nos disse Dr. I.K.Taimini:"O objeto é apenas uma causa instrumental  desconhecida para excitar a imagem mental  que  é  formada  em  nossa mente.  Vivemos  assim, realmente, num mundo para o exterior  por  um  processo  chamado 'Vikshepa',  em sânscrito. Esse processo de projetar nosso mundo mental para  fora  de  nós, que deveria ser bastante óbvio para quem quer se dê ao trabalho  de  pensar  sobre  a natureza da percepção sensorial, deve nos convencer de duas coisas. Uma é  que  o mundo em que vivemos está realmente dentro de nós, em nossa mente, e a  outra  é que, na verdade, estamos vivendo no meio de ilusões as mais grosseiras, sem mesmo atentarmos no fato" (3).

         Esse mecanismo "objetificante" do corpo mental, a alma irascível ou arrogante do platonismo, é o causador da Grande Heresia:a ilusão de ser um eu separado. Ela gera o egoísmo que separa os homens. Por isso, a Sr.a H.P. Blavatsky escreveu: "A mente é o grande Assassino do Real" (4), ou seja, da Unidade de tudo  que  vive. Acrescente-se a isso que os corpos  astral  e  mental  usualmente  trabalham tão interligados que poderiam ser vistos como sendo um  único  veículo,  que  já  foi chamado de 'Káma-manas' (desejo-mente) no budismo esotérico e  de  'Manomaykosha' pelos vedantinos, uma verdadeira "máquina de projetar  ilusões".  Poderíamos  até  imaginá-la como uma "película de filme" constantemente a projetar imagens mentais emocionais na "tela" do cinema que seria, nessa visão alegórica,  o conjunto  de átomos da matéria física que nos cerca.

2013 está chegando



pois é, 2013 está chegando. Desejo a todos que seja um ano muito bom, com saúde e muito dinheiro.Tudo de bom prá vocês!!!!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

máquina fotográfica Canon


Canon PowerShot ELPH 300 HS 12.1 MP CMOS Digital Camera with Full 1080p HD Video (Red)

by Canon
List Price:$229.00
Price:$197.95 & this item ships for FREE with Super Saver ShippingDetails
You Save




$31.05 (14%) 



www.amazon.com

Umbrais


Umbrais existem, e nem são tão feios quanto dizem
Por Bene, na lista Voadores
A explicação para eles é bem lógica e até banal:
Após a morte física, as pessoas tendem a ir para outros planos, que irão variar de acordo com o próprio grau de sutilização, etcétera e tal.
Pessoas que levem vida mais desregrada (uso aqui este termo de forma propositalmente genérica, sem tentar definir o que seja "vida desregrada", visto que cada um terá diferentes definições para isto) tendem a ser mais dependentes e apegadas às coisas deste mundo e assim, após a morte física, acabam permanecendo em planos bem próximos a este, de onde inclusive terão maiores possibilidades para tentar satisfazer os vícios e necessidades que ainda conservam em si como reminiscências de seus tempos de encarnadas.
Aí acabarão por embarcar num nocivo círculo vicioso de roubo de energia vital de encarnados (vampirismo necessário para que possam permanecer nas redondezas deste nosso plano) e "usufruto" desta energia roubada, ou seja, satisfação ou pseudo-satisfação dos densos objetivos que as mantêm nestes planos.
"Umbral" quer dizer fronteira, divisa. E realmente, como foi explicado, estas colônias e regiões são fronteiriças ao nosso mundo físico.
Mas por que então seriam lugares tipicamente tristes e decrépitos, se todos que estão lá estão reunidos por compartilharem da mesma sintonia?
A explicação é que imensos aglomerados de entidades de baixa densidade, como o são estes bairros astrais, tenderão naturalmente a ser extremamente heterogêneo, em termos de população.
E assim, o vício de um daqueles infelizes poderá ser o tormento do outro, cujo comportamento, por sua vez, fará a desgraça daquele um, ou de um terceiro, numa roda viva a la Jean Paul Sartre, onde "o inferno são os outros".
Tal e qual numa prisão, onde você não pode escolher seus companheiros de cela.
Mas mesmo assim, uma questão muito mais de sintonia do que de culpa, castigo, punição, etc.
Tanto que projetores astrais em momentos de má sintonia podem mesmo acabar passeando por tais plagas, em suas projeções, quase sempre contra a vontade.
Umbral é isto. Apenas isto. Não entrarei aqui nos aspectos espiritualistas e filosóficos que nos ensinam as formas de escapar dele, ou de elevar a sintonia para criar afinidades com planos mais elevados, pois para isto temos brilhantes oradores e escritores, com suas centenas de páginas, parábolas e palestras.
E mesmo porque acredito que cada um por aqui saiba, pelo menos intuitivamente, o que deve e não deve fazer para permanecer longe dele.




NASA afirma: Podemos estar vivendo dentro de um jogo 

Matrix_Wallpaper_by_DodopodQuem olhou o filme Matrix já deve ter parado para pensar que talvez nós possamos estar vivendo dentro de um programa de computador. E agora, segundo especialista da própria NASA, pode ser que já estejamos vivendo dentro de um desses programas de computador ou iremos viver lá em pouco tempo.
A explicação é simples, atualmente já existem computadores capazes de processar dados duas vezes mais rápido do que nosso cérebro. E como sempre, baseado na lei de Moore, os computadores dobram sua capacidade há cada dois anos, assim apenas um computador daqui a dez anos poderá simular um vida inteira em apenas um mês!
matrix_2
Dessa maneira em 30 anos um videogame será capaz de simular algo em torno de 10 mil vidas em tempo real, ou seja, caso sejam vendidos 150 milhões de consoles, teremos mais vidas simuladas acontecendo dentro deles do que teremos na própria Terra! Isso mostra que no futuro teremos capacidade computacional para simularmos planetas ou mesmo o universo inteiro em tempo real, em todos os mínimos detalhes!
A pergunta que surge por causa disso é: Como sabemos que atualmente nós não estamos já vivendo dentro de uma dessas simulações? Simplesmente não sabemos, mas se o mundo continuar assim logo poderemos estar em nossa própria Matrix! Não deixe de curtir se você gostou dessa incrível notícia!

nota da editora: cruz credo!

Um pouco de cultura inútil.....


7 jeitos estúpidos de acidentalmente se suicidar


Por  em 26.12.2012 as 13:00
   As pessoas fazem todo o tipo de coisa idiota que pode acabar as matando. Das mais improváveis, como escutar música alta e não perceber que um helicóptero está para cair na sua cabeça, as com certeza estúpidas, como pular de uma torre em um paraquedas experimental, confira histórias de gente que acidentalmente se suicidou:

1 – USAR UM LENÇO MUITO LONGO
Na década de 1920, a dançarina Isadora Duncan era uma mulher muito bela com um longo pescoço delgado. Ela também gostava de usar longos lenços e passear pelo interior da França, o que, infelizmente, se provou ser uma combinação fatal para a garota: ao se sentar no banco do passageiro de um carro esportivo, seu lenço vermelho voou para trás e ficou preso no eixo da roda traseira, quebrando seu pescoço em dois e matando-a instantaneamente.
2 – COMER MUITO DOCE
O rei Adolf Frederick da Suécia morreu em 12 de fevereiro de 1771. Nesse dia, depois de comer uma refeição adequada para um rei, que consistiu de lagosta, caviar e champanhe, ele decidiu terminar com algo doce. Adolf conseguiu consumir 14 tigelas de Semla, uma massa folheada recheada com creme servida em uma tigela de leite quente, antes de seu sistema digestivo falhar.
3 – OUVIR MÚSICA MUITO ALTA
Cuidado, um helicóptero está prestes a cair! Talvez Isaiah Otieno tivesse ouvido isso, ou os sons terríveis de um helicóptero fora de controle, se não estivesse usando fones de ouvido. Otieno estava caminhando em British Columbia quando o acidente ocorreu, matando o piloto e os ocupantes do helicóptero, bem como o pedestre infeliz.
Veja abaixo o vídeo do acidente.
4 – DONO DA SEGWAY INC MORRE EM UM SEGWAY
Chame isso de ironia do destino, ou apenas idiotice: James W. Heselden havia assumido recentemente a empresa Segway Inc, que fabrica dispositivos de duas rodas mais comumente adotados por funcionários postais e seguranças de espaços como shoppings, quando acidentalmente dirigiu seu Segway em direção a falésias perto de sua casa na Inglaterra.
5 – JOGAR MUITO VIDEOGAME
Lee Seung Seop era um viciado em videogame que até largou seu emprego para passar mais tempo jogando. Em agosto de 2005, ele entrou em uma maratona de videogame em um café local sul-coreano. Depois de jogar por 50 horas seguidas, só parando para cochilos ou usar o banheiro, ele colapsou por desidratação e insuficiência cardíaca. Game over.
6 – PULAR DA TORRE EIFFEL COM UMA ROUPA PARA VOO NÃO TESTADA
Franz Reichelt, um alfaiate francês, estava obcecado com a ideia de criar uma roupa que servisse como paraquedas para aviadores que pudessem estar em perigo. Ele conseguiu arrumar um teste para a sua invenção no topo da Torre Eiffel em 4 de fevereiro de 1912, prometendo usar um manequim. Acontece que ele próprio quis pular, e espectadores horrorizados assistiram seu mergulhou para a morte. Graças ao YouTube, seu primeiro, último e único salto foi preservado para posteridade.
7 – TOMAR MUITO VIAGRA E FAZER MUITO SEXO
Duas meninas apostaram com Sergey Tuganov, um homem de 28 anos, US$ 3.000 (cerca de R$ 6.000) que ele não poderia ir passar o dia todo na cama com elas. Para provar que podia, o russo tomou vários compridos de Viagra. Doze horas mais tarde, ele quase ganhou a aposta, mas morreu de ataque cardíaco.[Oddee]