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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Os Infernos de Dante


por  em 30 de ago de 2013 às 03:35 | 1 comentário
A primeira parte da Divina comédia em vários pontos de vista


Índice.jpgIl sommo poeta Dante Alighieri criara entre os anos de 1304 a 1321, um dos maiores clássicos da Literatura mundial, na época chamada de Comedia (nome dado a obras que utilizavam uma linguagem mais popular) e depois batizada por Boccaccio como A Divina Comédia. A obra poética é dividida em três partes; Inferno, Purgatório e Paraíso. A composição do poema é baseada no simbolismo do número 3, que lembra a Santíssima Trindade, assim como também o equilíbrio e a estabilidade em algumas culturas, e que também tem relação com o triângulo. Possui três personagens principais: Dante, que personifica o homem; Beatriz, a fé; e Virgílio, a razão. Cada estrofe tem três versos e cada uma de suas três partes contém 33 cantos.
Os três livros da Divina Comédia são divididos em 33 cantos (sendo que o Inferno possui um canto a mais que serve de introdução ao poema), com aproximadamente 40 a 50 tercetos. No total, são 100 cantos e 14.233 versos. Os lugares de cada livro (o inferno, o purgatório e o paraíso) são divididos em nove círculos cada, formando no total 27 (por sua vez, o número 3 elevado à terceira potência). Os três livros rimam no último verso, pois terminam com a mesma palavra: stelle, que significa "estrelas".
Só que a parte mais famosa da obra de Alighieri chama-se Inferno, a viagem dele ao mundo dos espíritos inferiores rendeu muitas obras de diversos artistas até os dias de hoje, vamos relembrar as principais:

Mapa do Inferno – Sandro Botticelli
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Essa pintura mostra a região do Malebolge, oitavo círculo do Inferno de Dante, Botticelli aqui retrata com perfeição nos detalhes os 10 fossos onde sedutores, aduladores, simoníacos, adivinhos, corruptos, hipócritas, ladrões, maus conselheiros, semeadores da discórdia e traidores penam e pagam seus pecados.

As três sombras – Auguste Rodin
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Escultura em Bronze do século XIX, Rodin se inspirou nas almas dos condenados na entrada do Inferno.

O círculo da Luxúria: Paolo e Francesca – William Blake
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Blake se inspirou no Canto III de Inferno, onde Dante desmaia após o relato de Francesca no segundo círculo onde as almas que pecaram por luxúria são agitadas como turbilhões de vento.
Dante e Virgílio – William Bouguereau
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Bouguereau retratando Dante e Virgílio seu guia vendo homens nus atracados em combate
Dante perdido na Floresta – Gustave Doré
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Remete ao primeiro canto onde Dante se encontrava perdido em meio a uma selva escura.

O Reino dos penitentes – Salvador Dalí
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Dalí foi encarregado em 1957 pelo governo italiano a fazer 100 aquarelas que ilustrariam a Divina Comédia de Dante, em comemoração aos 700 anos do nascimento do famoso poeta.
Inferno – Dan Brown
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Quarta história da saga do professor de Simbologia e Iconografia de Harvard, Robert Langdon. No livro, Langdon acorda de um pesadelo, num hospital, completamente desnorteado ele não tem a menor recordação das últimas 36 horas. Ao longo da história se vê na missão de desvendar uma verdadeira caça ao Inferno, através de pistas em famosas obras e com a ajuda da jovem e encantadora médica Sienna Brooks.

http://lounge.obviousmag.org/culturiar/2013/08/os-infernos-de-dante.html

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Linda Bolsa Capodarte monograma

Bolsa Capodarte Monograma rosa, confeccionada em couro com acabamento metalizado e textura prensada do monograma da marca. Alça dupla de ombro e fechamento por botão de contato.

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sábado, 31 de agosto de 2013

Misticismo Nazi

Se você se interessa pelo assunto, tem um livro à venda que trata deste assunto: SOL NEGRO- CULTOS ARIANOS, NAZISMO ESOTÉRICO E POLÍTICAS DE IDENTIDADE


Foto: SOL NEGRO- CULTOS ARIANOS, NAZISMO ESOTÉRICO E POLÍTICAS DE IDENTIDADE


Autor: Goodrick-clarke, Nicholas
Editora: Madras
Categoria: Esoterismo / Esoterismo (Diversos)

"Sol Negro" examina a sobrevivência e a revivificação de idéias raciais "arianas" em resposta aos desafios do mundo pós-guerra. O historiador Nicholas Goodrick-Clarke oferece uma perspectiva única a respeito do neonazismo da extrema direita, encarando-o como um novo movimento religioso. 
Aqui, o autor trata de assuntos como influências mágicas do Nazismo; suástica sinestrógira; cultos arianos; a batalha entre o gelo e o fogo eterno; Heinrich Himmler e a criação da SS, inspirada na Companhia de Jesus; teoria da terra oca; reinos subterrâneos, entre outros. 


Por R$ 49,90

http://migre.me/fUqT0


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Misticismo Nazi é um termo usado para descrever uma subcorrente do Nazismo quase religiosa, caracterizando-se pela combinação do nazismo com o ocultismo, o esoterismo, a cripto-história e o paranormal. Alguns casos atribuem uma importância religiosa à Adolf Hitler e à sua doutrina.

O misticismo, nazi tem a sua origem nas ideias racistas de Arthur de Gobineau, Guido von List e Jörg Lanz von Liebenfels que tiveram um papel importante no início e vieram a fundar movimentos após a guerra. Oficiais Nazistas de alta patente como Heinrich Himmler, Rudolf Hess e Walther Darré foram conhecidos pelo seu interesse no misticismo e no paranormal.

O papel desempenhado pelo misticismo no desenvolvimento do Nazismo e dos seus ideais foi imediantamente identificado em 1940 por Lewis Spence na sua obra “As causas ocultas da presente guerra”. O esoterismo hitleriano centra-se nas mitologias pagãs, pré Cristãs como a Hindu e aSamurai.

Os Teutões de uma forma geral e os Povos Germânicos de uma forma particular serviram de base para a crença na Raça Ariana, e da sua superioridade sobre todas as outras. Foram sugeridas diferentes origens para o início desta raça superior, desde a Atlântida, Thule na Escandinávia, Hyperborea na Grécia e Shambhala no Tibete. Outro pensamento dominante era o de que esta raça superior tinha sido enfraquecida por se misturar com outras raças “inferiores”.


Influências originárias


Em 1912, um grupo de místicos alemães altamente anti-semitas formou a Germanenorden (Ordem dos Teutões). A Germanenorden era uma sociedade mística baseada na prova da origem ariana. O biógrafo Ian Kershaw não a classifica como uma sociedade mística, mas, sim, como uma sociedade popular/populista[carece de fontes].

Os membros fundadores da ordem incluíam Theodor Fritsch, Phillip Stauff (aluno de Guido von List) e Hermann Pohl. Este último viria a formar a Ordem Teutônica do Santo Graal, em 1915. Muitos membros da Germanenorden viriam a ocupar posições elevadas no partido nazista.

Ariosofia


O termo Ariosofia foi criando por Lanz von Liebenfels, fundador da Ordem dos Novos Templários, em 1915 e substituiu a Teozoologia e o Ariocristianismo como etiqueta da sua doutrina nosanos 1920. É normalmente utilizado para descrever as teorias arianas de ocultismo e racismo.


Armanismo


Guido von List chamava à sua doutriana “armanismo” (nomeado de acordo com os “Armanen”, supostamente os herdeiros do rei sol, um corpo de padres-reis na antiga Nação Ário-Germânica).


A Sociedade Vril


A Socieade Vril não tem actividades documentadas até 1915, mas crê-se que foi fundada pelo General Karl Haushofer, um aluno do mágico e metafisico russo Georg Ivanovitch Gurdjieff.

Em Berlim, Haushofer fundou a Sociedade Vril. O seu objectivo era explorar as origens da raça ariana e praticar exercícios de concentração para a acordar as forças de Vril (uma raça subterrânea, baseada na obra de ficção A Raça Futura, de Edward Bulwer-Lytton).

Quer Gurdjieff quer Haushofer afirmavam ter contactos com fontes tibetanas que tinham o segredo dos “superhomens”. Há quem afirme que o poder persuasivo de Hitler advinha dos segredos ensinados por Gurdjieff, que tinha aprendido com os Sufis e os Lamas tibetanos, e estava familiarizado com os ensinamentos Zen da Sociedade Japonesa do Dragão Verde.


Oração a Hitler


No nazismo Adolf Hitler era ocasionalmente comparado com Jesus, ou tido como um Messias enviado por Deus.

Em alguns orfanatos era habitual esta oração:

Führer, mein Führer, von Gott mir gegeben, beschütz und erhalte noch lange mein Leben

Du hast Deutschland errettet aus tiefster Not, Dir verdank ich mein täglich Brot

Führer, mein Führer, mein Glaube, mein Licht

Führer mein Führer, verlasse mich nicht.

Tradução aproximada:

Führer, meu Führer, que me foste enviado por Deus, protege-me e mantém-me vivo por muito tempo.

Salvastes a Alemanha da mais profunda miséria, a ti te devo o meu pão de cada dia

Führer, meu Führer, minha fé, minha luz

Führer meu Führer, não me abandones.

Julius Evola era um ocultista com tendências políticas de extrema direita, e embora nunca tenha estado ligado nem ao nazismo nem ao fascismo italiano, tentou converter Mussolini ao paganismo, e afastá-lo de um acordo com o Vaticano. A sua influência na mística nazi foi muito maior após a guerra do que enquanto estavam no poder.


Savitri Devi


Com a queda do Terceiro Reich o esoterismo hitleriano tinha ficado sem Hitler, que, morto, podia agora ser tornado numa divindade. Savitri Devi tentou ligar a idelogia ariana com os indianos pro-independência, especialmente hindus. Para eles a suástica era um símbolo particularmente importante, significando a unidade entre os hindus e os alemães (sendo também um símbolo de boa sorte para os tibetanos). Muitos hindus ainda consideram Hitler um swami, especialmente os da sociedade Vishva Hindu Parishad (VHP) (ver Hitler, o Quase Anticristo, de Dave Hunt).


Miguel Serrano


Miguel Serrano foi um diplomata chileno que defendia que Hitler estava em Shambhala, um centro subterrâneo na Antártida onde estava em contacto com os deuses de Hyperborea, de onde emergiria com uma frota de OVNIs para liderar as Forças da Luz contras as Forças das Trevas, dando origem ao Quarto Reich.


Ahnenerbe


A Sociedade Ahnenerbe era um ramo das SS, dedicado principalmente à pesquisa de provas da superioridade da raça ariana, mas também envolvida em práticas de ocultismo. Fundada em1935 por Himmler, esta Sociedade esteve envolvida na busca da Atlântida e do Santo Graal.


Pesquisas e expedições


Foram gastos muitos recursos e tempo em pesquisas com vista a criar uma base que tivesse aceitação popular sobre a origem cultural, cientifica e histórica da raça Ariana superior. Foram criadas organizações místicas como a Sociedade Thule, o Sol Negro (Schwarze Sonne), a Sociedade Vril e outras, normalmente ligadas a corpos de elite das SS, e adaptando crenças, rituais e iniciações especificas.

Foram organizadas expedições ao Tibete, Nepal, Grécia, ao Ártico e à Antártica em busca da nação Ariana de Hyperborea, cuja capital, Ultima Thule, foi supostamente construída pelos antepassados extraterrestres das raças arianas, provenientes da estrela Aldebaran.

Foram ainda organizadas expedições similares em busca de objectos semi-míticos que se acreditava trazerem consigo poderes especiais ao seu portador, como o Santo Graal e a Lança do Destino, também conhecida como lança de Longinus, supostamente o nome do centuriao romano a quem pertencia a lança.


Influência do paganismo no período de Hitler


Alguns autores, escreveram sobre as fortes influências por crenças de cunho pagão sobre o nazismo. Dentre essas crenças pagãs, a fé nazista pregava que seriam eles a raça ariana descendente do povo de Atlântida, mencionada pelo filósofo grego Platão, e, no entendimento nazista, o povo judeu seria a causa de sua destruição. Também houve uma mistura de elementos do panteão da mitologia germânica, pregado por líderes e propagandistas nazistas, por intermédio dos órgãos de informação oficial, e num último momento, para se opor definitivamente a católicos e protestantes, há substituição do Deus monoteísta por deuses vikings.

Em 1934, no livro "Nazismo: um assalto à civilização" é apresentado que no dia 30 de Julho de 1933 mais de cem mil nazistas tinham-se reunido em Eisenach para declarar querer tornar "a origem germânica a realidade divina", restaurando Odin, Baldur, Freia, e os outros deuses teutônicos nos altares da Alemanha - Wotan deveria estar no lugar de Deus, Siegfried no lugar deCristo1 . Nesses rituais, o Deus Pai e o seu Cristo eram substituídos por esse panteão pagão2 .

Durante o ano de 1936, Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista, apresenta o Nazismo como se fosse uma religião a ser respeitada, defendendo uma nova fé alemã. Joseph Goebbels havia sido editor do Der Angriff (o Ataque), um jornal propagandista nazista. Antes de suicidar-se, na sua “carta”, Hitler o nomeia Chanceler da Alemanha, o que mostra o grau de confiança que depositava nesse Ministro, responsável pela propaganda oficial, e o primeiro que teria utilizado a expressão Heil Hitler.

Movimento da Fé Germânica (Deutsche Glaubensbewegung, DGB) tinha como profeta Jakob Wilhelm Hauer (1881-1962)3 , professor de Teologia em Tübingen, que pregava uma fé ariana para os alemães. No livro Deutsche Gottschau, Hauer defendia que a história da Alemanha era mais do que mera seqüência de factos, havendo na sua base uma Divindade que encarnava o espírito da raça ariana.4

A Páscoa de 1936, foi preparada na Alemanha como se um grande festival pagão se tratasse. As livrarias encheram-se de literatura pagã, e a bandeira azul com o disco solar dourado do “Movimento da Fé Germânica” (DGB) chegou às mais recônditas zonas rurais. Uma grande manifestação foi organizada em Burg Hunxe, na Renânia5 .

Em 1937, o Papa Pio XI publica uma encíclica de condenação ao Nazismo6 , onde diz:

Damos graças, veneráveis irmãos, a vós, aos vossos sacerdotes e a todos os fieis que, defendendo os direitos da Divina Majestade contra um provocador neopaganismo, apoiado, desgraçadamente com freqüência, por personalidades influentes, haveis cumprido e cumpris o vosso dever de cristãos.

No Congresso de Nuremberg, em 1937, revivia entre os nazistas o paganismo ancestral do povo ariano, surgindo um místico laicismo como um dos tópicos centrais em discussão: para que aAlemanha voltasse à sua antiga fé, não bastava a separação da Igreja e do Estado; as Igrejas cristãs teriam que ser destruídas, e o Estado transformado numa nova Igreja; impunha-se uma nova religião Nacional7

Micklem, ao escrever “O Nacional Socialismo e a Cristandade”, apresenta rituais da mitologia nórdica, uma crença tipicamente pagã, onde, durante esse ritual, em 1938, o proeminente oficial nazista Julius Streicher, no festival nórdico do Solstício de Verão, perante uma enorme multidão de alemães reunidos em Hesselberg - montanha que o Fuhrer declarou sagrada -, ao lado de uma grande fogueira simbólica, disse:

"Se olharmos para as chamas deste fogo sagrado e nelas lançarmos os nossos pecados, poderemos baixar desta montanha com as nossas almas limpas. Não precisamos nem de padres nem de pastores"8 .

Julius Streicher, autor dessa declaração, era amigo pessoal de Hitler responsável pelo marketing nazista, por intermédio do jornal Der Stürmer, o qual fora diretor, era um dos que fazia a apresentação para o público do que de representava o nazismo. Era um dos porta vozes da imagem nazista, foi um dos principais responsáveis pelo ambiente racista, xenófobo e anti-semita na Alemanha, que acabaria por culminar no Holocausto, em 1938. Suas declarações nesse ritual rompiam com as igrejas cristãs, protestantes e católica.9 .

É nesse ano de 1938, depois das perseguições aos judeus que vinham desde a subida ao poder de Hitler, em 1933, que a perseguição aos cristãos também passava a ser sistemática. Gerado pela ação dos responsáveis por órgãos nazistas, como destaque para, além de Goebbels, Heinrich Himmler e Reinhard Heydrich10 , o nazismo entrava em clara ruptura com as igrejas cristãs,protestantes e católica.

Mais tarde, ao estudar o fenômeno totalitário, o filósofo Herbert Marcuse identifica na ideologia do nazismo várias camadas sobrepostas, considerando precisamente o paganismo, a par domisticismo, racismo e biologismo, uma das componentes essenciais da sua "camada mitológica"11 . A perspectiva de Marcuse foi partilhada pela "Escola de Frankfurt", especialmente por Max Horkheimer e Erich Fromm.

Segundo o teólogo protestante Paul Tillich, no paganismo do nazismo estava o elemento essencial que explicava o seu anti-semitismo, no enfoque colocado nos "laços de sangue arianos"12 . Essa visão de Tillich pode ser explicada pela propaganda nazista distorcida que adicionava, à crença grega em Atlântida, que o povo judeu seria a causa da destruição dessa cidade mítica.

Para Emmanuel Levinas, o Nazismo apresentava uma forma de religiosidade pagã que se opunha a toda uma civilização monoteísta13Vrill é a suposta energia ou magia à qual a Sociedade Thule ocultista ansiava alcançar. O mais notório membro desta seita terá sido Adolf Hitler.


A Energia Vrill


A energia Vrill era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objectos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior.

Esta energia Vrill era alcançada através da meditação, orgias sexuais, e até sacrificios de crianças. Consideravam-se Seres superiores capazes de feitos inimagináveis e tudo acontecia em subterraneos. Quando os Nazistas se aperceberam deste suposto poder, apoderaram-se do conceito da seita e exuberaram com as suas práticas. Eckhart tinha um poder hipnótico conhecido por alma negra, Co-fundador do partido Nazista facilmente chamou a si Adolf Hitler. Todas as altas patentes do partido nazista eram membros da Sociedade Vrill. A Ariosofia servir-se-ia da energia Vrill a qual os faria voar até o infinito e tornarem-se deuses, o que facilitaria ou garantiria o sucesso em alcançar o poder absoluto e metafísico para governar o mundo. Chegaram a medir os crânios dos Tibetanos, convencidos que eles eram os ancestrais dos Arianos. [carece de fontes]


Uso na Atlântida


Segundo Roger Bottini Paranhos o vril é uma fonte de energia que foi amplamente utilizada na Atlântida e que irá no futuro substituir as atuais fontes de energia, primitivas e poluentes, que impactam diretamente no aquecimento global. Nos livros "Atlântida – No reino da Luz"1 e "Akhenaton - A revolução espiritual do antigo Egito"2 Roger afirma que os atlantes precisaram salvaguardar a energia vril dos capelinos (vide Os Exilados de Capela de Edgard Armond), que tinham o interesse de utilizar seu potencial para Magia Negra. O objetivo da energia vril é fazer progredir os meios de produção de forma a permitir à humanidade desenvolver seus aspectos sociais, morais e tecnológicos pelo bem-estar. Pela inversão do eixo gravitacional dos materiais seria possível desprender do solo e transportar grandes blocos de rochas por levitação. É nessa tese que se embasa Roger Paranhos para explicar a construção das grandes pirâmides e outros monumentos que ainda hoje desafiam a engenharia. Segundo as afirmações anteriores, os nazistas estavam em busca dela, mas, talvez felizmente, pelos possíveis propósitos, não lograram êxito. Se essa energia voltará a ser conhecida pelos habitantes desse planeta e se será utilizada para fins pacíficos, para um novo ciclo de progresso, somente o tempo dirá.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Anjos e sua atuação

Sempre gostei de anjos, talvez por isso tenha colocado um na capa do blog.



A palavra anjo pode ser definida da forma mais ampla possível, conforme a cultura que preserva sua crença. No latim angelus ou no grego angelos destaca-se o papel do ser que anuncia uma mensagem, do que se deduz que ele seria o intermediário entre o Homem e Deus. Em hebraico ele é conhecido como malak; entre os japoneses é intitulado kami; no hinduísmo é o deva; na era ancestral do Irã esta criatura é nomeada Daena ou Fravarti; Sócrates mencionava o Daimon, assim como os antigos gregos se referiam aos Gênios.

Os seres angelicais integram uma vasta hierarquia composta por três tríades. A primeira engloba os Serafins, entidades mais elevadas e íntimas do Criador, as quais irradiam a divindade em sua potência máxima e estão diante do Trono Divino, neles brilha a chama da caridade; os querubins, criaturas enigmáticas, às vezes representadas entre os antigos como figuras metade humanas, metade animais, geralmente apontadas como guardiãs do reino de Deus, plenas de Seu amor; os Tronos ou Ofanins, comumente conhecidos como ‘anciãos’, pois são associados aos 24 idosos que se lançam eternamente aos pés do Senhor, simbolizam o poder sagrado, a humildade e a purificação.

A segunda tríade compreende os príncipes do céu. Às Dominações cabe estabelecer as normas que envolvem as tarefas dos anjos que se encontram abaixo delas na hierarquia, atribuindo-lhes seus respectivos papéis e mistérios nos trabalhos da Criação; elas também comandam o rumo dos países terrenos. As Virtudes têm como função preservar a direção das estrelas para que o Universo não perca sua eterna harmonia; elas conduzem os outros seres na realização de suas missões e mantêm distantes das nações as entidades que ainda percorrem o caminho do mal; estão próximas dos heróis e são as fontes dos milagres.

As Potestades ou Potências são as representantes da ordem divina, as mensageiras da consciência humana, as tecelãs da história da humanidade e de suas memórias coletivas; nelas o Homem encontra tudo que esteja incluso nos pensamentos elevados, desde os ideais até o plano ético. Estes anjos são também os soldados do Criador, protetores dos animais e os responsáveis pela vida e pela morte.

A Terceira Tríade inclui os anjos mais próximos do Homem, e por isso mesmo aptos a orientá-los na jornada material. Os Principados estão submissos às diretrizes traçadas pelas Dominações e Potestades, as quais eles devem enviar às esferas evolutivas subalternas; portam os tradicionais símbolos da angelitude, a coroa e o cetro. Eles zelam pelos municípios, pelas nações e por toda a Natureza.

Os arcanjos ou anjos principais são muito famosos nas Escrituras Sagradas, principalmente por abrigarem os representantes mais conhecidos da Humanidade, Miguel, Rafael e Gabriel. A Igreja Ortodoxa considera mais quatro seres desta categoria, Uriel, Ituriel, Amitiel e Baliel, combatentes que se opõem aos anjos caídos, os Nefilim. Eles atuam como elos de ligação entre Principados e Anjos; são verdadeiramente os mensageiros do Senhor.

Os anjos são as entidades celestiais que estão mais perto do Homem; na escala evolutiva eles se encontram no estágio logo acima do que compete ao ser humano atravessar; em alguns momentos estes seres se revelam à Humanidade, quando são incumbidos de desígnios do Criador; textos hebraicos de tradição mística referem-se constantemente a eles, atribuindo-lhes dons sobrenaturais.

Outras tradições religiosas e culturais também concebem a existência dos anjos; cada uma tem sua própria concepção destas criaturas, distinta da cultivada pelo Cristianismo. Budistas e hindus os vêem igualmente como criaturas cheias de luz; algumas podem comer e beber, além de terem o dom de assumir vestes materiais para se manifestarem. Os islâmicos classificam estas entidades em dois grupos, o dos bons e o dos maus..

Por Ana Lucia Santana

Fontes:
http://www.infoescola.com/religiao/anjo-historia-e-definicao/
http://solascriptura-tt.org/Angelologia/Angelologia-LazaroDeAssis.htm
http://www.lesamisdegittamallasz.org/index.php?option=com_content&view=article&id=67&Itemid=53&lang=br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anjo