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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

eternamente os melhores... :o)

vampirização energética (2)


Vimos na primeira parte o que é e como evitar a vampirização energética. Só que, na maioria das vezes, a situação é criada ou favorecida por nós mesmos, através de afinidades energéticas com nossos algozes (algo como aquele ditado "assombração sabe para quem aparece"). Mas aí você pergunta: e quem danado gostaria de ser sugado energeticamente?
Lázaro Trindade, owner da lista Voadores, responde:
"Talvez aquele que goste de reclamar de tudo, ou se fazer de vítima, ou aquela pessoa que no fundo adora ficar doente pra não ir a escola quando é criança, para não trabalhar quando adulta, para ter desculpas por seus constantes erros, para ter inclusão social, assunto e atençao extra quando está mais velha. Lá é como aqui!!! O astral é conseqüência (e causa, ao mesmo tempo).
Há masoquista de todo jeito. E a maioria nem é TÃO inconsciente assim. Uma pessoa que vive dizendo que "tudo acontece com ela" está alimentando esse padrão. É a "emoção" que ela precisa para viver.
O jogo Kick-Me/ Me-Chute /Coitadinho de Mim da Análise Transacional não é jogado só no plano físico, ao contrário. Ser vítima é o alimento energético de quem se coloca assim.
Repare também em pessoas que caem no mesmo padrão de relacionamento, sem SEQUER tentar a espiral superior do que teve anteriormente. Aquelas que dizem que "adoram um cafa", ou os caras que por um lado querem alguém direita, linda, querida, certinha, companheira - mas por outro vivem indo atrás das vagabas... Ora, a vida vem e bate, a sintonia espiritual vem JUNTO e é parte inseparável do processo... E, de ponta a ponta, a pessoa entrou nessa por sua estranha forma de "prazer".
Vício é algo que você não consegue ficar sem fazer. No filme Quem somos nós (What the Bleep...) há explicações simples. Os receptores de suas células PRECISAM daquela emoção. Então, seja cocaina, seja um drama, seja compulsão sexual, seja um encosto como forma de crescer, a pessoa - feito mulher de malandro, em alguns casos - se vicia. Precisa de mais e mais daquela conexão. E, de todos os modos (físico, psíquico e espiritual) VAI procurar.
E quem CULTUA padrões vibratórios nefastos, em troca de poder, só pra se lascar a seguir e usar o tal poder para se livrar das encrencas que o tal poder lhe trouxe? Não é um ciclo, onde por PRAZER as más companhias espirituais vêm?
E quem adora uma confusão? E quem acha que viver em paz é algo muito chocho e parado? Aquelas pessoas que PERDEM o melhor namorado(a) que tiveram na vida? Que não sossegam em empregos pacíficos? Que vivem procurando uma encrenquinha, para colorir a vida?
E quem vai atrás de despachos, contratando entidades menos luminosas pra resolver seus problemas - entidades estas que amanhã, sem "comida", vão lhe arrumar novos problemas para que sejam procuradas novamente - não estão VICIADAS nesse ciclo de ser vítima de um lado, e apelar para a ajuda sobrenatural do outro?
E quem vive tomando substâncias, "naturais" e "legais" ou não, como forma de expansão da consciência ARTIFICIAL, com a desculpa de seu ATALHO consciencial ser "xamânico"? Não estão viciadas em certas terminações celulares que provocam estados alterados, para levá-los a qualquer preço para o lado de lá? E se vão à força, não é claro que vão CAIR na mesma proporção? Mas não é verdade que elas sequer lembram de suas depressões, vômitos e assédios, entretidas que estão no PRAZER de subirem na marra os astrais da ilusão?
Não seriam essas pessoas VICIADAS no assédio que vão procurar?"
Bene, também da lista Voadores, confirma:
"A mente é estranha... Tanto no mundo dos espíritos quanto no dos vivos existem pessoas cujo script é serem exploradas pelo outro, às vezes tentando eternizar repetidamente uma situação de mártir aprendida na infância (que na época rendeu carinhos ou atenção), ou então tentando confirmar para si mesmas que, igualzinho ao que a mamãe ensinou, "os homens/mulheres/patrões/amigos etc. não prestam, só querem nos sugar".... E todo mundo sabe que confirmar o script, num destes jogos psicológicos, é mais do que gratificante para o envolvido - na verdade, é seu objetivo final.
E os motivos podem ser mais banais, também. Algumas vezes, deixar-se sugar é uma forma de se fazer necessário. Outras vezes, é simples falta de alternativa. Melhor ter alguém por ali, sugando, do que nada.
Na verdade, também no mundo de lá e no de cá, algumas condições básicas são necessárias para que uma pessoa fique vulnerável a ladrões de energia, sendo a principal delas a disposição para dar moleza. E "gostar" e "prazer" são palavras muito relativas, como já dizia Von Sacher Masoch. Vá lá a gente saber o que realmente dá prazer a cada alma humana, por detrás da fachada convencional da persona...
Por isso, que nem na piada dos ursos ("Você não vem aqui só pra caçar, né?") provavelmente quem se deixa vampirizar pode até dizer que não, mas lá no fundo bem que gosta da coisa."

vampirização energética (1)


Carla Gadêlha, do CEPEC, nos explica didaticamente a relação energética da vampirização entre seres encarnados:
"Vivemos imersos num oceano de energia cósmica. Essa energia é absorvida e processada naturalmente pelo organismo, através dos chakras. Quando estamos em harmonia, a energia penetra naturalmente em nosso organismo através desses centros de força e cumpre sua função, sem que nos demos conta de sua atividade. Essa atividade natural de abastecimento energético garante a nossa condição de saúde física, emocional e mental.
Parece haver uma associação bem definida entre a captação de grandes quantidades de energia e a realização de atividades prazerosas. Em contrapartida, atividades que são repetidamente realizadas sem qualquer entusiasmo, prazer ou alegria parecem causar bloqueio à passagem da energia, deixando o indivíduo esgotado e irritado.
Algumas pessoas, por não terem a capacidade de se carregar energeticamente do manancial cósmico circundante, buscam a energia de que precisam nas pessoas com as quais se relacionam. Isso caracteriza a prática da vampirização energética. As sensações que acometem quem está sofrendo um processo de vampirização variam muito, podendo incluir cansaço extremo e repentino, sono irresistível, aperto intenso no coração, com sensação de falta de ar, esgotamento físico e nervoso, sem causa ou razão aparente, quando momentos antes, tudo estava perfeitamente bem. O vampiro energético vive numa condição de crônica insaciabilidade energética, devido à incapacidade de reter energia no próprio organismo, como conseqüência da anômala constituição de seus veículos sutis. A energia escoa-se continuamente, momentos após ter sido absorvida, levando-o a procurar sempre novas vítimas.
A prática da vampirização energética pode ser consciente ou inconsciente. Na maioria dos casos é totalmente inconsciente e envolve às vezes pessoas consideradas normalmente como "boas”, delicadas ou gentis, embora a condição de necessitar intensa e continuamente de energia reflita um estado de intenso desequilíbrio interior.
O vampiro energético tem normalmente o perfil psicológico de uma pessoa extremamente egoísta, que considera seus problemas maiores que os de todo mundo. Através de uma mentalidade doentia e auto-centrada, esses indivíduos bloqueiam-se na capacidade natural de se abastecer no manancial cósmico de energia, restando-lhe como alternativa a forma anti-natural de abastecimento: o sistemático roubo da energia de outras pessoas.
Pode-se sofrer uma vampirização energética de várias formas: através do olhar, da voz (pela manutenção de longas conversações), pelo telefone, ou, simplesmente, através da proximidade do agente. A sensação que o vampiro causa nos outros indivíduos é de uma natural repulsão. A percepção instintiva de que algo desagradável está acontecendo num nível subliminar leva as pessoas a desejarem se afastar do foco desarmônico.
Para sair dessa condição desagradável e dependente, o indivíduo deve ser, quando possível, informado de seu desequilíbrio. A conscientização pode levá-lo a desejar sair desse estado, desencadeado pelo egoísmo profundo em que está imerso, sendo, portanto, a da mudança no modo de pensar (através do contato com idéias novas e leituras edificantes) e o cultivo de atividades altruístas, a melhor terapia. Essa condição por si só, pode determinar a autocura."

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A arte de Casper Friedrich. Vale a pena ver.


TRAZER À LUZ O QUE VIMOS NA ESCURIDÃO



As pinturas do alemão Caspar Friedrich representam paisagens naturais tão fascinantes e assustadoras que ali se revelam as perturbações e sensações humanas. Um convite a sentir primeiro e pensar depois.


Caspar, filosofia, Friedrich, paisagem, romantismo, sublime
© Casper Friedrich, "Monge Diante do Mar".
A expressão da interioridade era o foco de Caspar (1774-1840), como ele escreveu em sua coleção de aforismos: "Fecha teu olho corpóreo para que possas antes ver tua pintura com o olho do espírito. Então traz para a luz do dia o que viste na escuridão, para que a obra possa repercutir nos outros de fora para dentro". Esse aforismo revela a pretensão romântica de Caspar: produzir no observador esse arrebatamento de emoções que a cena na obra estimula.
Em Monge diante do mar (1810), um de seus quadros mais conhecidos, vemos a grandiosidade do céu, do mar, do deserto do homem que observa a imensidão. A solidão diante da vida, a angústia diante do belo, o temor de entregar-se ao desconhecido dentro de si. A natureza revela e conduz para dentro de si, manifesta o desejo de ser maior para conseguir suportar sentimentos tão bravos quanto o mar que expressa sua fúria nas ondas. Um mar negro que arrebata o homem, pequenino, diante da imensidão. O céu, acima, é invadido pelo negro das águas que respingam mas, logo depois, as nuvens cedem espaço à luz. Ela, que revela a mais forte tempestade também estará ali, depois de tudo, indicando que tudo não passa de um momento, uma fúria e sua escuridão, cada homem com o seu mar.
Caspar, filosofia, Friedrich, paisagem, romantismo, sublime
© Casper Friedrich, "O Peregrino Sobre o Mar de Brumas".
Um outro quadro famoso, O peregrino sobre o mar de brumas (1818), mostra um jovem sobre um rochedo negro a olhar não para o horizonte, mas para baixo, para as brumas. A natureza, em sua imensidão, é convidativa. Não vemos a face do jovem, estamos junto a ele nas pedras sobre a neblina. Há o temor e a vontade de ser mais. Um jovem herói romântico que luta contra seus sentimentos, contra o suave chamar da natureza - que não é humana, mas está em cada um, que convida a ser mais do que se é. O retorno para a imensidão que salva ao abrir as portas do ilimitado. Quanta beleza nas alturas, sobre as nuvens, na solidão. Quanta angústia por estar só e por notar a pequeneza diante da montanha. Seria uma linda paisagem se o pintor não impusesse ao espectador a partilha dos pensamentos do rapaz. Somos cúmplices sobre a montanha, somos peregrinos que se encontram e estão de passagem pela névoa que encobre os dias.
Obras como estas são representações do sublime: expõem a grandiosidade da natureza em forças tão belas que chegam a aterrorizar. Esse foi um tema da filosofia romântica por excelência. Explorou o feio como meio de expor o arrebatamento dos sentimentos humanos. A imensidão da natureza e suas forças foram utilizadas como metáfora para os sentimentos dos jovens românticos. O romântico que a arte de Caspar Friedrich revela em suas paisagens simboliza a cumplicidade do homem com as forças maiores que ele, isto é, com o sublime - entendido como “feio” nos escritos filosófico-estéticos por não ser uma expressão do belo que agrada e que produz boas sensações no público, ao contrário.
Caspar, filosofia, Friedrich, paisagem, romantismo, sublime
© Casper Friedrich, "Casal Contemplando a Lua".
Caspar é famoso pelas paisagens onde retratava o mundo que lhe importava: montanhas, penhascos, mares e tudo que conduzisse o olhar para muito além do perto, do conhecido. Ele desejava o horizonte, e esse é um tema que a todo homem comove, pois desde sempre desejamos o desconhecido, as terras de além-mar, os reinos distantes do aqui, o que há depois da montanha. Somos todos românticos por natureza? Isso é reflexão para cada um. O interessante é como a natureza retratada em sua grandiosidade nos inebria e amedronta. Queremos ir o mais longe possível sem deixar de desejar a segurança ilusória de ficar para sempre em um só lugar. Os sentimentos humanos são maiores do que um corpo poderia suportar. Talvez por isso Caspar Friedrich tenha tido o cuidado de não incorporar seus homens e mulheres na obra, mas de colocá-los como observadores dela, como todos nós diante de sua janela: queremos quebrar as vidraças e sair voando para as nuvens, mas sempre acabamos por fechar as persianas.
Caspar, filosofia, Friedrich, paisagem, romantismo, sublime
© Casper Friedrich, "Mulher Diante da Aurora".
Caspar, filosofia, Friedrich, paisagem, romantismo, sublime
© Casper Friedrich, "O Caçador na Floresta".


larissacouto
larissa couto estuda para ser Filósofa, Leio para ser escritora e Penso para ser eu mesma - ou ao contrário. 


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2012/11/o_sublime_de_caspar_friedrich.html#ixzz2DXbMOMCQ

que tal um presente de Natal dos states???

Jones New York Wrap, Satin PashminaJones New York Wrap, Satin Pashmina

BRL 67.20  (sim, o preço está em reais!)

Várias cores.

Enjoy life's little luxuries. You'll love this beautiful & versatile satin pashmina wrap by Jones New York.
  • Viscose
  • Dry clean
  • Imported
  • Wrap measures approximately 21 inches by 72 inches (aproximadamente 52,5 cm por 1,82m)
  • Twisted fringe at ends measures 3 inches (7,62 cm)
DELIVER IN-STOCK MERCHANDISE***
WHEN YOU ORDER BY DECEMBER 7, 2012 11:59 PM EST U.S.
Eles enviam para o Brasil!!! chega para o Natal, se a compra for feita até o dia 07 de dezembro.

 http://www1.macys.com , e já que você está no site, dê uma olhada, tem coisas muito lindas, muito caras, mas também tem presentes bem em conta, como a Pashmina acima :o)

Noções básicas sobre os chakras



 

CHAKRAS e NÁDIS - Chakra é a denominação sânscrita dada aos centros de força existentes nos corpos espirituais do homem; também são chamados lótus ou rodas. Quando eles estão inativos assemelham-se a rodas; quando despertam, eles tomam a aparência de uma flor (lótus) aberta, irradiante, colorida pela freqüência da energia das pétalas.


No Mundaka Upanishad define-se o chakra como o local "onde os nádis se encontram como os raios no cubo de uma roda de carruagem". Os centros são formados pelo encontro destas linhas de força (nádis), do mesmo modo que os plexos, no corpo físico, são formados pelo encontro de nervos. 


Existem centros maiores, aqueles que resultam do encontro de um número maior de nádis (21 vezes, segundo Coquet, Les Çakra  L’anatomie occulte de L’homme, Paris, 1982), e os centros menores em que a confluência dos nádis é menor. Entre estes últimos existem 21 formados pelo encontro de 14  nádis e outros bem menores formados pelo cruzamento de sete nádis.



NÁDIS e MERIDIANOS - Os nádis são, portanto, linhas de força que não devem ser confundidas com os nervos do corpo físico, embora estejam em relação com eles, como os chakras estão em relação com os plexos e órgãos do corpo físico. São condutores de energia. Os estudos de Motoyama (Teoria dos Chacras, Ed.Pensamento), indicam que eles podem ser comparados aos meridianos sobre os quais trabalha a acupuntura. Esta é também a opinião de Coquet.


No corpo etérico, denominado também pelos teosofistas de corpo físico invisível, porque nasce com o corpo físico e com ele desaparece, os nádis se apresentam como se fossem milhares de finos filamentos de gás néon, entrecruzando-o em toda sua extensão. 


O número deles difere na literatura hindu, pelo que se atribui um caráter esotérico às quantidades apontadas: 72.000, 550.000, 720.000, etc. Os mais importantes são Sushumna, Ida, Pingala, Gandhara, Hastajihva, Kuku, Sarasvati, Pusha, Sankhini, Payaswini, Varuni, Alambhusha, Vishvodhara, Yasasvíni. Os três primeiros são os mais importantes, sendo que o Sushumna domina a todos os demais.