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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Lindo bracelete Amber Desire de prata com zircônias



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Berit's Vintage Heart CZ Cuff Bracelet   

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Um anjo



Quem não acredita em anjo da guarda? eu acredito, e mando este lindo anjinho para cuidar de todos vocês!

Tendências para o inverno 2013

1° - Couro

- Inverno já tem carinha de couro né??? E em 2013 ele continuará, firme e forte, fazendo a alegria de quem é fã desse material.


2° - Metalizado

- Se no ano passado você comprou alguma pecinha bem metalizada e cheguei pode continuar usando a bendita pois o metalizado continua em alta!!



3° - Monocromático

- Esse é fácil né? Só usar um look inteirinho da mesma cor. Além de fácil é prático. 


4° - Vestidinhos

- O inverno aqui no Brasil não é tão rigoroso o que nos permite usar vestidinhos, só investir em cores mais invernais que você estará totalmente modalística. 

5° - Saias 

- Se antes era difícil encontrar saias nas vitrines pode bater três palminhas, dar 5 pulinhos e 7 voltinhas. Além do inverno 2013 investir em saias, elas serão abaixo do joelho. Muito irmã nééééé???? Chiquéeeerrimas.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Telepatia


Telepatia: Papo cabeça

A ciência não está convencida de que as pessoas sejam capazes de transmitir seus pensamentos ou de se comunicar a distância e extra-sensorialmente. Mas histórias intrigantes é que não faltam

por Marlene Jaggi

Quantas vezes você pensou em alguém e, no momento seguinte, atendeu um telefonema dessa pessoa? Ou recebeu a visita de um familiar querido e distante, depois de desejar notícias dele? Com a mineira Iraci de Jesus, fenômenos desse tipo não são novidade. Há algum tempo, ela atendeu a porta e deu de cara com o irmão que, numa passagem relâmpago por São Paulo, resolveu deixar-lhe um cheque. Algumas horas antes, preocupada em fazer um pagamento, Iraci tinha pensado nele como única alternativa para conseguir o dinheiro. Desejara demais dizer isso a ele, mas não se sentira à vontade para fazer o pedido. A terapeuta corporal Sandra Fainbaum também tem uma coleção de casos semelhantes. Um deles: anos atrás, não resistiu à sensação de estar sendo chamada pelo marido. Preocupada, saiu de casa e começou a andar pela calçada, atenta aos carros que passavam. Já estava na terceira quadra quando avistou o carro dele, parando no meio da rua. Sandra percebeu que o marido desmaiara sobre o volante e conseguiu socorrê-lo rapidamente.
Relatos desse tipo são impressionantes, mas não provam nada. Não há como descartar a possibilidade de que tudo não passe de coincidência. Afinal, para cada história arrepiante como essas, quantas não devem haver de pessoas que tiveram um pressentimento e aquilo não deu em nada? O único jeito de comprovar a existência da telepatia seria ter resultados estatisticamente significantes de que esses fenômenos acontecem com mais freqüência do que seria normal um fato qualquer acontecer. E esses resultados ainda não existem – pelo menos não com a clareza suficiente para afastar dúvidas.
Telepatia é o termo usado para se referir à aquisição de informações por outros meios que não os sentidos físicos conhecidos. A resistência em procurar entender tais acontecimentos ou acreditar neles é grande, mas fácil de ser compreendida. “Entrar em contato com os pensamentos, sentimentos e idéias de outras pessoas de maneira aparentemente direta, mente–mente, sem necessidade que tais informações passem pelos sentidos, é considerado algo fora do normal, por se tratar de um tipo de interação diferente da forma prevista pela ciência”, diz Wellington Zangari, coordenador do Inter Psi (Grupo de Estudos de Semiótica, Interconectividade e Consciência), da PUC de São Paulo.
E, como tudo o que é fora do normal caminha lado a lado com o ceticismo, parece não ter mesmo jeito: “Se você acredita, poderá ser associado ao charlatanismo, misticismo, ou ser visto como alguém facilmente influenciável. Se não, será suspeito de cientificismo ateu, de não possuir nenhuma abertura, nenhuma curiosidade científica”, diz Jean Claude Obry, pesquisador e filósofo francês que mora no Brasil há cerca de 20 anos. Ele é presidente da beOne Internacional Associação (BIA), que promove a qualidade de vida por meio da experimentação das sensações (os cinco sentidos). Segundo Obry, se os assuntos considerados fora da normalidade pudessem se encaixar na realidade cotidiana, eles não pareceriam tão assustadores. “Para permitir que o fora do normal se transfira para dentro dessa realidade, é preciso aceitar e mudar conceitos, regras e crenças que gerenciam o dia-a-dia. Se não fizermos essa mudança, nada será feito além de um debate agradável, mas estéril”, diz Obry.
Pode-se entender por telepatia várias formas de comunicação, da linguagem não-verbal, não-simbólica, não-escrita e não-fonética dos animais à realizada com o telefone celular. Ou alguém duvida que essa comunicação a distância, sem fio, não seria considerada algo fora do normal pelos nossos ancestrais? “Os jovens de hoje não estranham a tecnologia com a qual convivem desde pequenos, mas continuam fascinados pelos mistérios de histórias fora do normal de um Harry Potter, porque, para ele telefonar para alguém com segurança, nem precisa de um celular, basta a sua operadora celeste”, lembra Obry.



Ondas mentais
De acordo com Zangari, do Inter Psi, apesar de não haver consenso sobre a melhor teoria para explicar a telepatia, a parapsicologia vem apresentado interpretações interessantes. “Nas primeiras décadas de estudo, procurou-se compreender a telepatia como um fenômeno eletromagnético, que funcionaria da mesma forma que os aparelhos de rádio e televisão. Supunha-se que, entre o receptor e o emissor, haveria ‘ondas mentais’, que transportariam informações do conteúdo cerebral entre eles. No entanto, as teorias baseadas nesse modelo caíram por terra porque, aparentemente, a telepatia não é limitada pela distância nem pelas barreiras físicas, como o são as ondas eletromagnéticas conhecidas.” Conforme Zangari, outras teorias vieram à tona mais tarde, visando reconhecer mais o “porquê” do que “como” ocorre o fenômeno.
As pesquisas sobre a possibilidade da existência da telepatia se tornaram sistemáticas a partir da década de 30, com a criação do Instituto de Parapsicologia na Universidde Duke, nos Estados Unidos, dirigido pelo Joseph Banks Rhine. “Rhine e sua equipe realizaram provas experimentais para verificar se, de fato, a telepatia, entre outros fenômenos anômalos, ocorria”, conta Zangari. Com um baralho especialmente criado para essa finalidade – o Baralho ESP (de extrasensory perception) ou Baralho Zener (assim chamado por causa de Carl Zener, especialista em percepção humana que o projetou), constituído de 25 cartas, igualmente divididas em círculos, cruzes, ondas, quadrados e estrelas –, ele avaliou estatisticamente a ocorrência. “Ao longo de quase cinco décadas, Rhine e seus colaboradores obtiveram resultados significativos a favor da hipótese da telepatia”, afirma Zangari.
Depois disso, pesquisadores do mundo inteiro fizeram outros estudos e muitos chegaram a resultados similares, mesmo com técnicas diferentes das usadas no laboratório de parapsicologia da Universidade Duke. Acontece que os céticos descartam essas pesquisas, que eles consideram suspeitas. Um dos modelos atualmente em construção é o desenvolvido pelo psicólogo americano Rex Stanford, o Modelo de Resposta Instrumental Mediada por Psi, conhecido pela sigla em inglês, PMIR. Propõe, em linhas gerais, que o ser humano utiliza não apenas os sentidos conhecidos (tato, visão…) para estabelecer contato com o meio, mas também processos não-sensoriais, ou extra-sensoriais, para reconhecer tanto os perigos quanto as fontes de satisfação de necessidades básicas. “O modelo de Stanford é importante para a ciência, porque permite a avaliação empírica de seus postulados, além de integrar tanto perspectivas da biologia quanto da psicologia”, diz Zangari.
Até agora, a técnica mais sofisticada criada para estudar cientificamente a hipótese da telepatia se chama Ganzfeld (palavra em alemão que significa “campo completo” ou “campo homogêneo”). O experimento utiliza um emissor e um receptor. O primeiro vê uma imagem ou videoclipe, escolhido aleatoriamente por um computador, e tenta “transmiti-lo” mentalmente a um receptor, que está afastado sensorialmente do emissor. O receptor fica numa sala acústica e eletromagneticamente isolada e tem sobre os olhos uma espécie de óculos, sobre os quais uma luz colorida fornece um campo sensorial homogêneo. Seus ouvidos são bombardeados por um sinal sonoro constante, como o de um rádio fora da estação. Procura-se, assim, criar uma situação em que a pessoa possa reconhecer mais facilmente suas imagens mentais, suas sensações, seus sentimentos, uma vez que está praticamente isolada dos estímulos externos e mais atenta aos estímulos internos.
Segundo Zangari, os resultados mais sólidos obtidos pelas pesquisas Ganzfeld se relacionam à existência de correlações entre algumas variáveis. Resumidamente, os resultados são melhores quando: 1) emissor e receptor são pessoas afetivamente próximas, como amigos, pais e filhos ou marido e mulher; 2) o receptor tem personalidade extrovertida; 3) antes de participar do experimento, o receptor teve um histórico de experiências anômalas espontâneas; 4) o receptor já realiza algum tipo de atividade de “treinamento mental”, como meditação ou relaxamento; 5) o receptor acredita em fenômenos como a percepção extra-sensorial; e 6) o campo geomagnético está menos ativo.
Segundo Zangari, há muito o que esclarecer ainda sobre os experimentos Ganzfeld. “Apesar de reconhecermos algumas variáveis que parecem interferir no fenômeno, não conhecemos todas, o que ainda não nos permite controlar o fenômeno de modo a realizá-lo de acordo com nossa vontade”, diz.
Um tanto quanto cética com relação ao seu desempenho num experimento desse tipo, a professora Fátima Regina Cardoso, que dirige com Zangari o Inter Psi, decidiu participar de uma sessão de Ganzfeld durante um curso promovido pelo Centro de Pesquisa Rhine, em Durham, nos Estados Unidos, em 1993. O resultado, diz ela, foi “muito bom e surpreendente”. Fátima ficou na posição de receptora da mensagem, enquanto um colega brasileiro foi o emissor. Durante o período de mentalização, entre outras imagens, ela visualizou um castelo medieval, em especial as masmorras. Teve sensações desagradáveis, como se estivesse vendo pessoas sofrendo. Ao final do experimento, acertou o alvo transmitido pelo colega. O clipe que serviu como alvo mostrava sombras de pessoas vestidas com roupas medievais, um homem com capa e espada e um chicote na mão, ameaçando outros que trabalhavam com martelos e outras ferramentas, com um fundo em cores bem quentes. Apesar de a imagem do alvo ter sido diferente da mentalizada por Fátima, ela não teve dúvida de que aquele seria o alvo, pois a sensação transmitida pelo clipe era muito próxima daquela sentida durante a mentalização.
As pesquisas Ganzfeld foram iniciadas na década de 1970 e, até o momento, segundo alguns, tiveram êxito em demonstrar, pelo menos, a possibilidade de existência da telepatia. No entanto, como não poderia deixar de ser, crentes e céticos divergem a respeito da consistência desses resultados. “Minha opinião é que mais pesquisas são necessárias para acabar com a polêmica em torno da existência da telepatia, mas os resultados acumulados por meio de estudos experimentais são favoráveis à hipótese de existência de um processo anômalo de interação entre os seres humanos”, diz Zangari.

Troca de energia

Para a escritora Halu Gamashi, a comunicação telepática envolve também os órgãos dos sentidos
A escritora baiana Halu Gamashi, que se dedica à filosofia e à ciência dos ancestrais, acredita que existam muitas formas de comunicação telepática, envolvendo inclusive os órgãos dos sentidos. Para ela, a telepatia se constitui entre duas pessoas extra-sensorialmente sensíveis que aprendem a identificar uma informação por meio de um trejeito facial, um movimento dos olhos, um gesto. “Eu sei o que você está pensando”, dizem-se mutuamente. No entanto, por ser um acontecimento comum, as pessoas nem se dão conta de que houve uma comunicação telepática.
Certa vez, ao dar uma palestra em São Paulo, Halu notou um dos convidados, um suíço que não falava português e estava com uma pessoa que não falava alemão. Ao final da palestra, Halu propôs um momento para perguntas e respostas, e esse suíço e sua acompanhante não encontravam no dicionário a tradução para formular a pergunta. “A angústia dele em me perguntar mobilizou a minha sensibilidade. Senti uma espécie de dilatação na minha mente e vi-me dizendo para a moça: peça a ele que olhe para os meus olhos e faça a pergunta mentalmente, eu vou responder da mesma forma. Vi-me tocando as suas mãos. Nos olhamos profundamente e conversamos por meio da mão e da mente, por aproximadamente cinco minutos”, conta Halu. “No dia seguinte, voltamos a nos encontrar e, dessa vez, ele estava com uma pessoa que falava português e alemão. Rimos muito. Para ele, foi uma experiência nova. Nos emocionamos bastante.”

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Todas as mulheres são bonitas!


MULHERES, VOCÊS SÃO BELAS!

por  em 16 de abr de 2013 às 20:24 | 1 comentário
A Dove lançou uma nova campanha que pretende mostrar como a visão que temos sobre o nosso próprio corpo é, muitas vezes, mais negativa do que aquilo que é percecionada pelos olhos de terceiros. Em 3 minutos fica a prova que temos de ser menos exigentes.


victorias-secret-and-dove-models.jpg
A proposta era simples: antes da ação propriamente dita, cada voluntária conhecia outra participante. De seguida a mulher era convidada e entrar num espaço amplo, a sentar-se numa poltrona e a descrever o seu próprio rosto a um artista, que assim ia desenhando a face da narradora sem a conseguir visualizar. Posteriormente entrava outra pessoa no estúdio - a que a voluntária tinha conhecido antes de se descrever a si própria - e explicava ao artista como era o rosto da pessoa com quem tinha trocado algumas palavras. No final, haviam dois desenhos: primeiro - o descrito pela própria pessoa; segundo - o descrito por um desconhecido. Os resultados, pois claro, foram diferentes.


"Women are their own worst beauty critics,"
 escreve a Dove. "Only 4% of women around the world consider themselves beautiful ... we decided to conduct a compelling social experiment that explores how women view their own beauty in contrast to what others see."
"Em 3 minutos fica a prova que temos de ser menos exigentes com nós próprios",escrevi eu. Mas estará certo? O vídeo, publicado no passado dia 14 deste mês, conta já com mais de 800 mil visualizações no youtube e está a espalhar-se um pouco por todo lado.
o-DOVE-REAL-BEAUTY-570.jpg
Algumas questões, levantadas certamente por muitas outras pessoas, mas que não poderia deixar passar: objetivo da Dove? Porquê mulheres e não homens? Apenas 4% das mulheres se consideram belas, afirma a empresa...? Era mesmo preciso aquela música de fundo? E outras perguntas se poderiam levantar, relativamente à empresa, à campanha, ao próprio artista, às pessoas "estudadas", etc.
Não digo que não nos devamos valorizar mais, ou que as mulheres (e homens) não são mais belas do que pensam. Pelo contrário. O que digo é que uma empresa de produtos de higiene pessoal e beleza a publicitar isso é de desconfiar.
E, para provar que não sou (inteiramente) contra campanhas motivacionais, aqui fica algo que me faz sentir melhor, mesmo não sendo mulher:


Artigo da autoria de Rui Caeiro.
Sonha (atenção ao clichê!) ser dono de um corpo escultural dando apenas ao dente. De resto, procura histórias/estórias. Quem as possuir pode entrar em contacto. Quem não possuir também pode, mas tem de enviar qualquer coisa que se trinque.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas...


                    

"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas."



Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou 

indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da 

concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia a 

penetra, ás células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e 

mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola 

vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a

 pérola é uma ferida cicatrizada.



O mesmo pode acontecer conosco. Se você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? 

Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal 

interpretadas? Você já sofreu o duro golpe do preconceito? Já recebeu o troco da 

indiferença?


Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR

.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A 


maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e 

alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que 

cicatrizem.



Assim, na 
prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido 


feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. 

Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!


Nota da Editora: seja proativo, não reativo. Nunca deixe seu ego tomar conta da situação.

E como é segunda-feira, sempre é bom começar  a semana lendo alguma coisa que nos 

ajude a progredir espiritualmente. Publico mais uma mensagem que recebi esta manhã por 

email:

Esforço árduo e trabalho duro podem nos ajudar a merecer plenitude, mas existe uma linha muito tênue entre esforçar-se arduamente e batalhar por algo que talvez não esteja destinado a acontecer.

Eu poderia passar o dia inteiro em aulas de canto e dança, mas as chances de eu estrear no palco em um musical da Broadway em um futuro próximo são mínimas – simplesmente porque esse não é o meu propósito nesta vida.

Tão importante quanto se esforçar é ser capaz de abrir mão de todas as expectativas e deixar que o Criador nos guie em direção à vida que estamos destinados a viver.


Yehuda Berg