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terça-feira, 19 de março de 2013

Ir para a cama sem jantar, nem pensar.




Ir para a cama sem jantar, nem pensar!

O jantar é a última refeição antes de dormir. Depois dela, ficamos cerca de oito horas sem comer. Mas, durante o repouso, nosso corpo continua trabalhando para manter funções vitais como respiração e circulação. Por isso, mesmo durante a noite, o organismo deve contar com o combustível necessário para fornecer a energia de que ele precisa para executar essas tarefas. Entretanto, para não comprometer a digestão e, consequentemente, o sono, evite ingerir grandes quantidades de alimentos e dê preferência a refeições mais leves. É aí que entra a importância de um jantar saudável e equlibrado! Confira as sugestões:

- Sopas: Aquecem o estômago, satisfazem o apetite e podem ser muito nutritivas. Inclua nas receitas carnes (como músculo cozido), massas, legumes e verduras variadas, e procure acrescentar pouca gordura.

- Saladas: Coloridas e saborosas, podem até ser o carro-chefe da noite. Lance mão de verduras, legumes, frango grelhado, ovos cozidos, croûtons, frutas...

- Sanduíches: Pão integral, queijos magros, presunto ou peito de peru, folhas de alface, rodelas de tomate e pronto! Você tem uma refeição balanceada, saborosa e prática!

- Bebidas: Evite consumir refrigerantes, cafés, chá preto e bebidas que contenham cafeína. Eles são estimulantes e podem atrapalhar o sono. Suco de maracujá e infusões (chás de ervas como cidreira, camomila, entre outros) são boas opções para depois do jantar.

Atenção: Se você gosta de comer arroz, feijão, carne e salada na última refeição do dia, fique atento ao horário em que come para conseguir fazer a digestão de maneira correta e evitar a sensação de peso no estômago ao se deitar. Neste caso, o ideal é alimentar-se três horas antes de ir para a cama.

domingo, 17 de março de 2013

A Imagem



  • Sabe quando certos acontecimentos na sua vida parecem repetir-se, regularmente, sem uma razão lógica?
    Quando a gente entra no caminho da espiritualidade "séria", ou seja, comprometida com nossa transformação interna (e não externa, baseada em laços sociais, econômicos, um "upgrade" no visual ou apenas pra botar um freio de burro em certas atitudes) nos deparamos com o desafio de encarar a nós mesmos, seja através dos nossos demônios internos, ou através de alguém (o mundo como espelho nos traz alguém próximo e a quem você não pode evitar, seja um filho, marido, esposa ou inimigo muito chato). Isso pode ser o Universo nos mostrando nossa IMAGEM. O que o Pathwork® nos mostra é como acessar essa imagem e como disassociá-la de sua essência.
    Segundo o site brasileiro do sistema, o "Pathwork® é um caminho para a autotransformação pessoal e autorrealização espiritual, direcionado às pessoas que buscam um relacionamento mais verdadeiro consigo próprias e com a vida. Inclui uma compreensão profunda da negatividade pessoal para dissolver velhas crenças, condicionamentos e imagens errôneas. A proposta incentiva a parar de tentar fingir que somos uma imagem idealizada de nós mesmos, a pessoa que pensamos que deveríamos ser. Trata-se de um modo prático, honesto e racional de passarmos de onde estamos para onde queremos estar. Está fundamentado no estudo e na vivência do conjunto de 258 temas sistematizados pela austríaca Eva Pierrakos durante mais de 20 anos de trabalho".
    Eva Pierrakos nasceu em Viena em 1915. Deixou a Áustria antes da invasão nazista e mudou-se para Nova York. Foi na Suíça, entretanto, onde viveu durante alguns anos, que seu dom psíquico começou a se manifestar sob a forma de escrita automática. Começou então a desenvolver a clariaudiência, não ouvindo vozes externas, mas vozes internas que provinham do seu cérebro. Tornou-se assim o canal de uma entidade espiritual chamada de "o Guia".
    Em 73 Eva casou com o psiquiatra John C. Pierrakos, um dos fundadores da Análise bioenergética, e o trabalho dos dois se transformou no Pathwork®.
    O texto abaixo é minha interpretação livre baseada na Palestra do Guia Pathwork No. 38, de 24 de outubro de 1958, que trata justamente sobre Imagem.
    Na questão da nossa auto-imagem, é importante saber que não se refere à persona, a máscara que criamos pra sociedade. Não é (só) sua profissão, não é (só) como você se apresenta, mas é principalmente sua auto-imagem inconsciente, como você ACREDITA que é e não como procura ser. Isso é importante pois, quando identificamos nossas falhas e procuramos superá-las podemos esbarrar no famoso "eu tentei de tudo, mas não tem jeito: eu sou assim". O Guia do Pathwork® fala que apenas a vontade externa é insuficiente. É preciso mergulhar na alma, pois geralmente formamos o que somos na infância, através de IMPRESSÕES, ou seja, reações emocionais e conclusões sem muita elaboração, formadas sem a experiência e o embasamento de um adulto e, à medida que os anos vão passando, estas conclusões e atitudes afundam cada vez mais no inconsciente, moldando, até certo ponto, a nossa vida e continuam a influenciar mesmo depois que analisamos a questão criticamente. Tal conclusão do passado é chamada de IMAGEM.
    Como saber que estamos presos a tais imagens? Quando você tem um problema e sabe que não é possível superá-lo, por mais que queira ou tente, por mais que saiba que isso lhe traz problemas. O Guia fala que as pessoas às vezes amam algumas das suas faltas. Mas por que? Pela simples razão de que, de acordo com essa imagem, certas faltas se revelam como uma medida de defesa ou uma capa protetora. Obviamente, este é um raciocínio inconsciente. Por isso que o esforço consciente para superar esta falta torna-se infrutífero. E será assim até que a Imagem seja reconhecida.
    Outra evidência de tal imagem é a repetição de certos incidentes na vida do indivíduo. Tem mulher que diz "eu só atraio homem canalha" ou casamentos que não dão certo. Parece até uma maldição. Mas uma imagem, de alguma forma, sempre forma um padrão de comportamento ou de reação em certas ocasiões e, também, um padrão de acontecimentos externos que parecem chegar a nós sem que tenhamos feito nada para atraí-los. Conscientemente a pessoa pode até desejar, com fervor, algo que é o extremo oposto da imagem. Mas este desejo consciente é mais fraco que o desejo inconsciente que é, sempre, mais forte.
    O único remédio é tentar descobrir qual é a Imagem, em que base ela foi formada e quais foram as conclusões erradas.
    A maioria das vezes uma imagem é antiga e tem sido trazida de uma vida para a outra, o que pode tornar o diagnóstico mais difícil, mas analisar o contexto kármico é de grande ajuda. Quando uma imagem existe, vinda de vidas passadas, a encarnação ocorre num ambiente em que haverá provocações à Imagem já existente (ou seja, fará a Imagem ser reativada nessa vida) devido a imagens parecidas nos pais ou em outras pessoas ligadas à criança em crescimento.
    Somente assim é que a Imagem fará emergir o problema, e só quando se torna um problema é que a pessoa presta atenção - e, espera-se, busque a solução - ao invés de desconsiderá-la. Se a pessoa continuar ignorando o problema as circunstâncias na próxima vida serão muito mais difíceis, e assim por diante, até que os conflitos se tornem tão desesperadores que nenhum fator externo possa mais ser considerado responsável. Este é o momento em que a pessoa começa a inverter seu movimento, indo para cima e para dentro (novamente a imagem da espiral 3D).
    É preciso quebrar o orgulho; A vontade do ego que diz "Eu não quero o risco da vida, eu não quero a dor da vida; conseqüentemente, eu atraio esta conclusão que parece, para mim, ser a salvaguarda contra isto". Mas isto não é uma salvaguarda, pois lhes trará problemas muito maiores do que aqueles de que vocês estão tentando escapar, pois a vida não pode ser trapaceada.
    E esta é a piedosa lei de Deus. Uma piedade difícil de entender a princípio, mas baseada no "Deus escreve certo por linhas tortas". Se não fosse assim, nós nunca poderíamos sair da miséria dos obscuros planos inferiores, pois de lá ninguém pode realmente nos tirar a não ser nós mesmos.
    Somente quando começarmos a encarar as nossas conclusões errôneas e nossos medos, e estivermos prontos para aceitar a vida como ela é, é que seremos capazes de curar a nossa alma. Só quando tivermos renunciado a uma parte da vontade do ego que quer negar a vida na sua forma presente, a forma que é necessária para o nosso desenvolvimento.
    Só então teremos adquirido a humildade de não querermos ser protegidos dos riscos e durezas da vida. Riscos que só deixarão de ser necessários quando nós pudermos, sem temor, aceitá-los e nos responsabilizar por eles.
    Psicologia - publicado às 5:20 PM 

sábado, 16 de março de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

Sikka

head> Sikka INSTALAÇÃO ARTÍSTICA FEITA COM CD >
Daniel Canogar - Sikka Magnum, 2013
Sikka is a sculptural video installation constructed from 360 used DVDs. This multi-thematic piece was inspired by “sikka”, the gold coins sewn to clothing dating back to Babylonic times that eventually became the shiny plastic objects we know today as sequins. By projecting the contents of the DVDs back onto their surfaces the artist continues to investigate both new uses for discarded objects as well as his interest in combining the phantasmagorical properties of cinema with its physical elements.
Photo by Polly Yassin / Bildmuseet
in Daniel Canogar - Sikka Magnum, 2013 - www.tumblr.com

Banana, um saboroso remédio natural

head> Banana, um saboroso remédio natural >cacho de bananas
Fruta bastante conhecida não só por nós brasileiros, mas também por quase toda parte do mundo, a banana é um excelente alimento. Seus nutrientes e valor medicinal dá grande destaque para esta fruta.
A bananeira, planta que produz a banana, não é considerada uma árvore e sim, uma grande erva aonde suas folhas, compridas e largas, têm bainhas que se enrolam entre si, formando um pseudocaule que produz um leite poderoso, capaz de curar a tuberculose se usado em doses corretas. Mas seu caule verdadeiro é um rizoma subterrâneo que dá origem a novas bananeiras, por isso é fácil encontrar muitos filhotes da planta ao redor dela.
Suas folhas tem utilidade na culinária baiana, quando enrola-se a massa do abará para cozinhar, produzindo um sabor peculiar. As bananas se dispõem em cachos enormes que nos faz duvidar ser produzida por uma planta que nos parece tão frágil e seus cachos vêm acompanhados por um pêndulo, com um fruto especial na extremidade, conhecido como “umbigo da bananeira”. Este, cozido, é saboroso e rico em nutrientes, excelente complemento alimentar.
Existe inúmeras espécies de banana, além da prata, que é uma das mais saborosas, temos a banana maçã, banana da terra que é bastante rica em amido, banana nanica, banana d´água e tantas outras. Sua casca também é nutritiva e pode ser comida crua ou cozida, seja como legume ou como doce. Se você nunca comeu um doce de casca de banana, experimente, mas não se esqueça de colocar mel ou açúcar mascavo e nunca o tão nocivo açúcar branco.
A fruta é muito versátil, pode-se comer crua, sozinha ou em salada, misturada com outras frutas doces, nunca ácidas. É uma das poucas frutas que misturada com verduras e legumes, não produz desarmonia no metabolismo, raramente produzindo os gases tão indesejáveis e incômodos. Também pode-se comer cozida, frita (embora não seja recomendado por nós, devido a gordura saturada) assada, na brasa da fogueira, em doces, etc. A bananeira produz a banana o ano inteiro em fatura.
USO TERAPÊUTICO: A banana tem inúmeros benefícios, o prof. Alfons Balbach, fala em seu livro que já pode assistir uma criança subnutrida e doente, se recuperar alimentando-se somente com banana.
A banana é rica em vitamina C, possuindo propriedades antidiarréicas (especialmente em crianças). O consumo da banana é muito indicado para atletas, estimulando a produção de serotonina no cérebro.
As últimas pesquisas indicam que previnem derrame e é bom para a circulação. A própria casca da banana tem aplicação em caso de machucaduras. Na parte interna da casca da banana existe uma substância que se for raspada com uma colher e coloca em feridas ou queimaduras, pode melhorar rapidamente, inclusive queimadura solar.
Além disso a banana é excelente para os rins, seja retenção urinária ou nefrite. Também para diarréias crônicas (se as bananas estiverem mais verdes) e bom para prisão de ventre (se tiverem bem maduras).

segunda-feira, 11 de março de 2013

As 5 partículas mais bacanas da natureza

head> As 5 partículas mais bacanas da natureza >

Por  em 7.04.2011 as 3:50



Elas aparecem em diferentes tamanhos, cores e sabores – algumas são partes de duplas destrutivas que se vaporizam, outras têm nomes muito bizarros. Conheça as mais legais:
1. BOSON DE HIGGS
Acredita-se que ela dê massa a outras partículas – sua teoria foi criada em 1964, quando cientistas passaram a se perguntar porque algumas partículas eram mais massivas que outras. Muitos cientistas acreditam que a descoberta dessa partícula firmou o modelo tradicional da física.
2. QUARKS
Um dos nomes mais legais da física – são eles que constroem os prótons e os nêutrons. Eles estão sempre em grupos já que a força que os conecta fica cada vez maior quanto mais eles são afastados. Então quarks “soltos” não existem na natureza.
3. PARTÍCULAS SUPERSIMÉTRICAS
Fazem parte de uma teoria que diz que, para cada partícula que conhecemos há uma “gêmea”, uma partícula simétrica, que ainda não foi descoberta. Então porque ainda não conhecemos essas partículas? Cientistas acreditam que elas são muito mais pesadas que suas gêmeas – e quanto mais pesadas, menor é o período de vida dessas partículas.
4. NEUTRINOS
Eles são partículas leves, subatômicas que andam por aí a uma velocidade parecida com a da luz. Na verdade trilhões deles estão passando por seu corpo nesse momento, embora dificilmente eles interajam com a matéria. Alguns neutrinos vêm do Sol, enquanto outros vêm de raios cósmicos de outras galáxias.
5. ANTIMATÉRIA
Todas as partículas normais teriam sua partícula oposta, com a mesma massa mas com carga diferente. Quando a matéria e a antimatéria se encontram, elas se aniquilam. A antimatéria do próton, por exemplo, é o antipróton e a do elétron é o pósitron.[LiveScience]



Luciana Galastri é jornalista. Viciada em livros, lê desde publicações sobre física a romances de menininha do estilo "Crepúsculo". Toca piano desde os oito anos de idade e seu estilo de música preferido é o metal