Powered By Blogger

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

contagem regressiva (11)

                                                                             

O problema do destino - IV


O Problema do Destino e do Imponderável por Pietro Ubaldi - Parte IV




     Que contém essa grande zona de desconhecido?
    Eis o que é preciso saber. Na vida, inclusive para alcançar êxito em nosso mundo atual, necessitamos de mais bom senso e sabedoria. A força, em que hoje tanto se acredita, se não a soubermos guiar, a ninguém servirá, reduzindo-se a estúpida e violenta manifestação de um bruto: extermínio inconcludente. Quantas coisas imprevistas estão de emboscada, no bem ou no mal, como alegria ou dor, nesse imponderável que, embora no mistério, conduz tão grande parte de nossa vida! Ao lado da zona bem definida, formada de coisas por nós mesmos desejadas, que vasto campo em que preponderam o que chamamos circunstâncias, surpresa, sorte, desgraça! A maioria, ignara e simplista, atribui todas essas coisas, em peso, ao acaso. Ora, quem diz acaso revela a própria ignorância. A quem sonda nas profundezas, porém, a estrutura da vida parece bem diferente. Uma ausência de normas e de guia, um funcionamento sem lei, confiado totalmente à desordem - é um absurdo. A direção, que é ato positivo, não poderia ser confiada a um elemento negativo, que não se sustém por si mesmo e que só existe como contraposto. A negação da ordem não pode ter a força de sustentar a perene afirmação criativa da vida. Como o nada não existe senão como condição do ser, igualmente o acaso só é consebível como desordem enquadrada em função de uma ordem mais vasta, que o circunscreve e o conduz, em ordem, para superiores objetivos.     Tudo no universo, inclusive o que aparenta fugir à disciplina e parece casual, é regulado por normas e cada força se move, por concatenação, objetivando uma precisa finalidade, segundo o princípio de causa e efeito. Também onde as forças surgem ainda em estado caótico, caracterizando fases mais involuídas, o pensamento e a vontade de Deus, íntima e ocultamente, detêm as rédeas e governam o caos. É somente por essa razão que esse caos não se transforma numa dança infernal de forças inimigas e não se dissipa no nada, mas, gradualmente evolui, disciplinando-se numa ordem em que cada vez mais evidente se manifesta a presença de Deus. O imponderável não é, pois, o acaso ou uma desordem e, sim, uma ordem que não conhecemos.O problema consiste, assim, em penetrar a lei desse funcionamento, de nós desconhecido.

Que significa a vida de um homem? Não é, certamente, um fenômeno estático: é um feixe de forças em movimento. Em face do princípio de causalidade, o problema é conhecer o caráter de cada uma dessas forças, quais são atualmente, o caminho que elas percorreram até hoje. Só assim poderemos determinar o que serão elas amanhã. Trata-se de nos conhecermos a nós mesmos, de conhecer a personalidade humana em geral e, depois, nosso próprio caso particular. O homem moderno não conhece nem uma nem outra coisa. Não é fácil, porquanto são muitos os elementos: são impulsos recentes, outros distantes, outros remotíssimos, de natureza e poder diferentes, e sempre em contínuo movimento e desenvolvimento. São forças nossas e alheias entrelaçadas por uma contínua interdependência de ação e reação; são forças já solidificadas em determinismo, fixadas por longas repetições de atos em automatismos e instintos, e forças ainda livres, em formação, que apenas começam a fazer parte do feixe dinâmico que constitui a personalidade humana, forças ainda fluídicas, não cristalizadas no destino, e que continuamente produzimos. Como nos orientarmos?O universo é, entretanto, indubitavelmente, uma grande orquestração de forças, um imenso concerto, em que também o homem emite sua nota, mais ou menos consciente, mais ou menos livre, conforme sua evolução e vontade. Cada ato, cada dia, cada vida segue e sobrevem, uma após outra, como ondas de um oceano sem fim. Tudo é conexo no espaço e no tempo, e tudo avança na grande marcha ascensional da evolução para Deus, para os objetivos pessoais, para mais vastos escopos coletivos, numa hierarquia de finalidades orientadas todas para um único centro: Deus.

Se o homem conhecesse todos esses elementos que se encontram nele e em torno dele, sem dúvida conheceria seu futuro. O conceito de acaso, de caos e de desordem não pode existir senão na forma mental do involuído. Só nos graus de evolução superior à humana se pode ter a capacidade de abranger tão vastos panoramas, que estão providencialmente escondidos ao homem atual, em face de seus baixos instintos. Assim, atualmente, para ele, tudo o que está fora do seu reduzido campo de exercitação, que lhe é necessário para progredir, tudo se confunde num inextricável emaranhado que o deixa em trevas profundas. Eis porque a palavra "imponderável" não pode assumir senão um significado negativo, de desconhecido e incognoscível, quando, na realidade, possui um conteúdo positivo e precisamente definível.
    Para atingir este conteúdo, todavia, é necessário ainda evoluir, distanciando-se do atual estado de animalidade. O homem de nossos dias não pode compreender isso, porquanto se encontra dentro desse estado e é ele sua forma mental; e um estado não se pode perceber quando se está dentro dele, mas, sim quando se está fora dele ou dele se afasta. O homem atual navega num mar de incógnitas, em que a direção dos acontecimentos, individuais ou coletivos, não lhe pode ser confiada, porque ele é um cego, mas é mantida pela sabedoria das leis de Deus. Entretanto, para que lhe seja possível evoluir, através de uma livre experiência, por forma consciente e responsável, um pequenino raio de luz lhe foi deixado, suficiente para lhe iluminar a estrada a percorrer. Aí ele compreende, escolhe, semeia e ceifa, erra e paga, sofre a reação das forças que possui e que somente ele mesmo pode movimentar. Quanto ao resto, nada sabe e nada pode, tudo é determinismo, acima de seu poder e conhecimento e, portanto, também responsabilidade. Não lhe resta senão entregar-se a Deus e à Sua sabedoria.
    Ao homem foram confiados um determinado dever e um pequeno campo para lavrar, que é o seu planeta; só como simples espectador pode ele contemplar a direção do universo, nos limites de sua compreensão. Realizado o seu trabalho no âmbito estabelecido pela lei de Deus, para sua própria edificação, o resto pertence ao próprio Deus, que distribuirá infinitas tarefas a quem e a quantos quiser. Cumprido seu dever, ao homem não resta senão confiar no "Pai Celestial", que já demonstrou saber tão bem dirigir o universo, trazendo-o até aqui, vivo e esplendoroso, qual o vemos, trabalhando antes do homem e sem auxílio dele. Quando, pois, o homem errar, que aceite de Deus a justa correção; e quando souber adaptar-se à Sua ordem, Dele aceite a justa recompensa.
    Quando falamos sobre um imponderável conhecível, referimo-nos às incógnitas relativas ao homem e ao seu ambiente e também às do universo, que neles se refletem. Se quisermos sondar o imponderável que mais nos interessa, o mais próximo, relativo à nossa personalidade, maior é a possibilidade de conhecê-lo. Com o cálculo das probabilidades já se tem experimentado estabelecer a lei que regula o curso dos acontecimentos. Esse cálculo, porém, se refere às formas mais simples e é uma abstração bem longe de corresponder à realidade. Nos eventos humanos os elementos constitutivos são tantos e em tão grande parte desconhecidos, que aquele cálculo falha completamente ao seu escopo. Se reduzirmos, no entanto, o complexo feixe de forças que constituem um destino à sua expressão mais simples, isto é, forças favoráveis ou contrárias, poderemos ter uma idéia do seu provável desenvolvimento, numa determinada vida.

Gente, comprem logo seus presentes!!!!!

                                                                            

comprem antes do dia 21, porque depois.....quem sabe o que nos acontecerá????

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

contagem regressiva para o Natal (12)

                                 




:o) :o) ;o)

mais um presentinho...

head> mais um presentinho                                            

Felicia's Fancy CZ Cuff Bracelet 


Metal: Silver Tone Jewelry; Stones: Cubic Zirconia; Setting: Pave set, bezel set; Carats: Round cut CZs range from aprrox. .002 carats to .15 carats; Dimensions: Approx. 2.25 cm wide; Weight: Approx. 30.8 grams; FYI: This item is part of our nickel free collection!

Regular Price: $215.54
 Christmas Sale: $183.21 (aproximadamente R$ 367,00)

O problema do destino e do imponderável- parte III


O Problema do Destino e do Imponderável por Pietro Ubaldi - Parte III



       
     A Lei responde com a voz com que a chamamos e é tão rica que sabe responder a todas as vozes, de acordo com o mérito de cada qual. Então, é possível ao justo apelar, não mais para a força ou a astúcia, sistemas de luta por ele superados, mas para a divina justiça e desta receber uma resposta direta, isolada no seio de um mar de respostas diferentes; é possível receber um tratamento de bondade e de salvação, no seio de um cataclismo universal. E assim, o evoluído pode marchar com um destino todo seu, independente do de seus semelhantes, do da própria humanidade. Enquanto os outros, pelos seus métodos de luta, se destroem, alternativamente arrastados pelo turbilhão de força, presos pelo ódio recíproco à sua destruição, o evoluído, inocente das culpas do mundo, poderá seguir seu destino, totalmente seu, de alegria e de paz. As forças do imponderável terão formado em torno dele um invólucro protetor, uma defesa salvadora, que o torna invulnerável, porque inocente, em meio aos mais graves perigos que arrastam os outros. Deixemos aos juristas o estudo dos caminhos da justiça humana, que tem simplesmente escopos defensivos de uma classe dominante ou de toda a coletividade social. Ocupamo-nos, aqui, da justiça divina, que não é, como a humana, um produto da luta pela vida, mas, sim, um produto do universal princípio de ordem e equilíbrio que tudo governa.

    No que livremente quisemos no passado é que se encontra a origem do destino, que depois nos prende à alegria ou à dor. Está, assim, no que merecemos, a razão das adversidades que nos ferem. O homem, em lugar de reconhecer que errou, prefere lançar a culpa sobre os outros. Nosso intelecto, porém, tem necessidade de descobrir no princípio causal do universo as características de uma absoluta justiça e somente assim a encontra. Sentimos por instinto, e a voz da nossa consciência nos diz que é justo sofrermos as conseqüências somente do que pessoalmente merecemos por nossas próprias ações. Sentimos que se isso não fosse verdadeiro em um caso apenas, toda a ordem e o equilíbrio do universo seriam abalados. Temos, instintivamente, necessidade de crer nessa justiça substancial que está além da justiça formal e exterior da sociedade humana. É à essa mais profunda justiça interior que nosso espírito recorre, apelando para o supremo tribunal de Deus. Andamos buscando essa justiça nos acontecimentos humanos e ficamos desiludidos e insatisfeitos por não a acharmos. E a renunciamos, constrangidos. E, no entanto, ela existe, e existe sempre. De outro modo, desabaria o universo. A perfeição de Deus não tolera em si qualquer injustiça.

    É regra geral que, quando um problema nos parece insolúvel, isso se deve ao fato de havermos partido de premissas erradas; devemos substituí-las. Todos os problemas têm que ser solúveis. Quando num caso qualquer nos parece triunfar a injustiça, isso não pode provir senão de defeitos de observação. Costumamos observar apenas os poucos dias desta breve vida humana, mas, a justiça, dada a eternidade do espírito, não se pode realizar toda senão nessa eternidade. Diz-se que Deus não paga o sábado. Porque a justiça divina não tem pressa de pagar, desejaríamos admiti-la inexistente. Realmente, o nosso destino é um campo de forças em que se encontram traçadas todas as trajetórias das ações por nós iniciadas, e cada uma delas tem que atingir, até a meta, seu esgotamento. Toda a lógica inexorável do funcionamento orgânico do universo nos grita isso e não existe força ou ignorância que possa fazer calar esse grito. Estes problemas não se resolvem com a mesquinha preocupação apriorística de não se vestirem eles de uma ou outra teoria, própria desta ou daquela escola. A verdade não pode ter preconceitos. Se tememos encontrar o obstáculo do reincarnacionismo, iremos de encontro ao da injustiça de Deus, ou, então, concluiremos com a imperscrutabilidade do mistério, isto é, declararemos insolúvel o problema; e isso prova que nos enganamos em suas premissas. Se não quisermos, pois, concluir com a injustiça ou o mistério, isto é, falir nas conclusões, perdendo-nos no caos, deveremos mudar as premissas. Só assim resolveremos o problema do destino humano, da liberdade e do determinismo que nele se encerram, da responsabilidade e da justiça segundo o mérito. Só assim resolveremos tudo em harmonia com tudo; de outro modo, nada explicaremos. O exame do problema do destino levou-nos a observar um mundo de forças que escapam aos nossos habituais meios de observação, mundo das causas, mundo de que depende tudo o que sucede posteriormente no plano sensível dos efeitos. Procuremos agora compreender como funciona esse imponderável, que se assemelha a bastidores dos acontecimentos de nossa vida, de que tudo se deriva. Podemos, assim, ainda mais aprofundar os conceitos precedentes.

    O mundo moderno, apressado e céptico, não imagina a presença do imponderável em meio das coisas mais comuns da vida quotidiana. Quando nos preparamos para a realização de qualquer objetivo, existe, de um lado, uma nossa necessidade ou desejo, e de outro, um plano instintivo ou racional, que tende a atingir a satisfação. Que é que abrange esse plano diante do oceano de incógnitas que nos circunda? E essas incógnitas são forças presentes, reais e ativas, tanto que podem desviar, a cada momento, o desenvolvimento de nossos planos, interferir na série coordenada de nossos atos, neles introduzindo impulsos novos que, provenientes do desconhecido, são para nós imprevisíveis. Para poder compreender e definir o imponderável é preciso penetrar esse desconhecido. Esses desvios, que não conseguimos prever, porque seus elementos nos escapam e são mais fortes que nós, nos assediam a cada passo nos pequenos eventos individuais de cada dia como nos grandes acontecimentos da história, dando à nossa vida um contínuo tom de incerteza. 

De fato, nunca estamos verdadeiramente seguros, ao pormos em execução qualquer projeto, se acabaremos chegando aonde queremos, ou se, pelo contrário, atingiremos um ponto completamente diverso do que fixamos. Isso vimos na última guerra. O mesmo acontece em nossos problemas particulares. Freqüentemente, uma coisa desejada com sagacidade e constância, não consegue êxito, embora sabiamente preparada, ao passo que outras coisas que parecem, a princípio, apresentar-se com mínima probabilidade de êxito, às vezes, imprevistamente, o conseguem de modo completo. Que três quartos dos elementos do sucesso nos escapam, é um fato que todos sabem. Agitamo-nos, assim, às cegas, conservando em nosso poder apenas uma pequena parte dos elementos do triunfo e com tão poucas cartas na mão tentamos a vitória. Tentamos. Os demais, que representam essa incerteza, se lançam à ventura e agarram por acaso, desordenadamente, o que podem e o mais que podem. É evidente, contudo, que a solução do problema do sucesso não se encontra no uso louco e desordenado, embora prepotente e resoluto, daquela pequena parte de elementos em nosso poder e, sim, no conhecimento e, portanto, na inteligente direção dos elementos contidos nos outros três quartos que nos escapam.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

presentinho legal

                                                                              

$ 88.00 (aproximadamente R$ 176,00)

Angel, the first perfume by Thierry Mugler, evokes the emotion of tender childhood memories together with a sense of dreamlike infinity. 

Angel, which launched a new fragrance category called the "oriental gourmands," seduces us with angelic flavors found deep within the heart of our memories, as well as sensual and passionate notes. 

This set contains:
- 0.8 oz Eau de Parfum 
- 3.5 oz Perfuming Body Lotion 
- 1 oz Perfuming Shower Gel 

Notes:
Bergamot, Hedione, Helional, Honey, Dewberry, Red Berries, Vanilla, Caramel, Patchouli, Chocolate, Coumarin.

Style:
Pure. Soft. Innocent.


free shipping over $50.00

http://www.sephora.com/angel-gift-set-P377323